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    aproa-to

    abicar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Fazer o bico a; tornar aguçado ou pontiagudo....


    arribar | v. intr.

    Entrar num porto ou aproximar-se da costa (ex.: por motivo de força maior, o navio teve de arribar)....


    emproar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Voltar a proa de (um navio)....


    proar | v. intr.

    Aproar....


    aproar | v. tr. | v. intr.

    Pôr a proa em direção a (ex.: o navio aproou ao Faial)....


    filar | v. tr. | v. pron. | v. intr. | v. tr. e intr.

    Agarrar à força....


    amarra | n. f.

    Cabo ou corrente que sujeita o navio à âncora, à boia ou ao cais....



    Dúvidas linguísticas


    Por gentileza, gostaria de pedir a retirada dos comentários sobre o sexo forte e o fraco que consta na definição da palavra sexo. Justifico o meu pedido dizendo que as frases parecem machistas, depreciativa no caso feminino, e é um equívoco dizer que o sexo feminino é fraco ou frágil.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?