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    Pesquisa nas Definições por:

    APENARMOS-MOS

    el | art. def.

    Usado apenas no nome composto el-rei, o rei....


    expletivo | adj.

    Redundante; desnecessário....


    Que em vez de nervura perfeita tem apenas falsas nervuras....


    haploide | adj. 2 g.

    Diz-se das células cujo núcleo contém apenas um cromossoma de cada par....


    De idioma ou a ele relativo (ex.: no início, foi difícil transpor a barreira idiomática)....


    Que tem só uma cabeça e pluralidade de corpos....


    promíscuo | adj.

    Misturado sem ordem (notando-se na confusão mais de mau que de bom)....


    sozinho | adj.

    Absolutamente só....


    tampouco | adv.

    Usa-se para repetir ou reforçar uma negação; também não (ex.: não pretendo atacar, tampouco defender a teoria, apenas analisá-la)....


    monoutilizador | adj. 2 g. 2 núm.

    Que pode ser acedido ou usado apenas por um utilizador....


    monousuário | adj. 2 g. 2 núm.

    Que pode ser acedido ou usado apenas por um utilizador....


    unifamiliar | adj. 2 g.

    Relativo ou pertencente apenas a uma família (ex.: residência unifamiliar)....


    Que tem apenas um partido político (ex.: regime monopartidário)....


    Designação latina dada a palavras ou expressões que correspondem a um plural gramatical, mas que designam um objeto ou referente singular, normalmente formado por duas partes mais ou menos simétricas, como as palavras calças ou óculos....


    puramente | adv.

    De modo puro (ex.: viveram puramente antes de casarem)....



    Dúvidas linguísticas


    Lendo um livro de História da Sociedade Brasileira, deparei-me com a seguinte afirmação: O Brasil perdia o direito de "asiento". Recorri ao dicionário mas nada encontrei, a respeito dessa palavra. Vossa Senhoria pode me dizer o significado?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?