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    Pesquisa nas Definições por:

    APARASTES-TAS

    decotado | adj.

    Que tem ou traz decote....


    serradiço | adj.

    Diz-se da madeira serrada e aparada....


    avaliativo | adj.

    Que avalia ou serve apara avaliar....


    | n. f.

    Pelo do carneiro e de outros animais....


    renete | n. m.

    Instrumento de ferrador para aparar os cascos dos cavalos....


    trincha | n. f.

    Ferro cortante como a enxó, próprio para limpar buracos no meio das peças dos carros....


    cueiro | n. m.

    Pedaço de pano ou de outro material absorvente que se usa para envolver as nádegas e a zona genital, com o objetivo de aparar as fezes e a urina dos bebés ou de pessoas com incontinência....


    fita | n. f.

    Tecido estreito de um material flexível (ex.: fita de seda)....


    raspa | n. f. | n. m.

    O que se tira raspando....


    rasura | n. f.

    Ato ou efeito de rasurar....


    talhado | adj. | n. m.

    Cortado....


    apara-lápis | n. m. 2 núm.

    Instrumento para aparar ou aguçar lápis. (Equivalente no português do Brasil: apontador.)...


    alcadafe | n. m.

    Espécie de bacia com cobertura de ralo em que os taberneiros aparam as verteduras das medidas....


    cisa | n. f.

    Corte....


    cisalha | n. f.

    Tesoura grande ou aparelho para cortar cartão, metais, etc....


    parra | n. f.

    Folhagem da videira....


    quironomia | n. f.

    Arte de apropriar os gestos ao discurso....


    retalho | n. m.

    Parte de uma coisa que se retalhou....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?