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    Pesquisa nas Definições por:

    ALTERNAM-LHOS

    aneiro | adj.

    Que depende da maneira como o ano se porta....


    Diz-se de uma forma de polimorfismo que se relaciona com as gerações alternas....


    vário | adj. | quant. exist. pron. indef. pl. | quant. exist. pl.

    De cores ou matizes diversos....


    alternato | n. m.

    Sistema ou ato de alternar....


    diálogo | n. m.

    Conversação entre duas pessoas....


    lasanha | n. f.

    Tipo de massa alimentícia constituído por fitas largas....


    molarinha | n. f.

    Planta herbácea (Fumaria officinalis) da família das papaveráceas, de folhas alternas penatífidas e pequenas flores rosadas....


    moleirinha | n. f.

    Cada uma das partes membranosas do crânio do recém-nascido, destinadas a ossificarem-se com o tempo, em especial a que correspondente à sutura coronal....


    pedalada | n. f.

    Impulso dado ao pedal....


    trilo | n. m.

    Ornato na execução musical que consiste na alternação muito rápida, mais ou menos prolongada, de duas notas imediatas....


    Organização da vida política de um Estado em função de dois partidos ou de duas coligações de partidos que alternam no Poder....



    Dúvidas linguísticas


    Venho por este meio pedir que me tirem uma dúvida relacionada com a palavra bolor: a correcta pronunciação da palavra acima referida é "bolor" (com o mesmo tipo de fonologia que existe em, por ex.: ardor ou timor) ou "bolór" (obviamente sem o uso do acento que coloquei, mas com um som como em pior ou maior). Pessoalmente penso que se pronuncia sem nenhum tipo de acentuação, mas desde que vim estudar para o Porto estou rodeado de gente que diz o contrário.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?