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    agarrarmos-mas

    Agarrado, apegado, como carraça....


    ferronha | adj. f.

    Diz-se da noz cujo miolo está muito agarrado à casca ou que tem os septos muito recortados, dificultando a extração da amêndoa....


    fisgado | adj.

    Apanhado com fisga....


    litófago | adj.

    Que vive e se sustenta agarrado às pedras....


    pegado | adj.

    Aglutinado, colado....


    preensor | adj.

    Que serve para a preensão....


    caudímano | adj.

    Que tem cauda preênsil; que agarra ou segura com a cauda....


    abraço | n. m.

    Ato de abraçar, de apertar entre os braços, geralmente em demonstração de amor, gratidão, carinho, amizade, etc....


    chiqueiro | n. m.

    Recinto para criar porcos....


    dedada | n. f.

    Sinal que deixa um dedo impresso....


    galapo | n. m. | n. m. pl.

    Almofada ou coxim da sala....


    peguilho | n. m.

    Coisa que pega ou prende....


    represália | n. f.

    Dano que se faz sofrer a outrem, como indemnização ou resposta em relação a outro dano causado por esse outrem....


    atadura | n. f.

    Ato ou efeito de atar....


    cardina | n. f.

    Conjunto de grumos de imundície agarrados ao pelo dos animais....



    Dúvidas linguísticas


    Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?