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    acatasse-os

    Máxima que se cita quando se alude a uma regra ou proibição severa, mas que é forçoso acatar e cumprir....


    relego | n. m.

    Descanso, sossego, pausa, tranquilidade....


    acato | n. m.

    Acatamento....


    rebelião | n. f.

    Resistência, geralmente violenta, contra os agentes da autoridade ou contra a ordem de coisas estabelecidas....


    resguardo | n. m.

    Ato ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....


    reveria | n. f.

    Respeito; homenagem; acatamento....


    desacato | n. m.

    Falta de acatamento, de respeito....


    praxismo | n. m.

    Conjunto de praxes; acatamento de praxes....


    recolhimento | n. m.

    Ato ou efeito de recolher ou de recolher-se....


    desacatado | adj.

    Que se desacatou; que não se aceitou ou respeitou (ex.: ordens desacatadas)....


    acatar | v. tr.

    Respeitar; venerar; adotar; seguir; obedecer; cumprir....


    cumprir | v. tr. | v. pron.

    Executar com exatidão....



    Dúvidas linguísticas


    Peço auxílio para a composição de palavras com prefixos gregos e latinos. Quando são em justaposição e quando são em aglutinação? Minha dúvida neste momento é com a palavra intra + esclerótico.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?