Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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volante

volantevolante | adj. 2 g. | n. m.
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vo·lan·te vo·lan·te


adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que tem a faculdade de voar.

2. Que se pode levantar e tornar a assentar.

3. Que não tem paradeiro; que ora está num lugar ora noutro. = ERRANTE

4. Que anda em operações sem bagagem nem artilharia.

5. Que não é servido com as formalidades usuais.

6. Que cada qual come onde quer.

nome masculino

7. Tecido leve e transparente próprio para véus.

8. [Desporto]   [Esporte]  Bola leve, geralmente de plástico ou de cortiça e revestida com penas de pato ou material semelhante, usada no badmínton.Ver imagem = PENA

9. [Desporto]   [Esporte]  Jogo com esse objecto. = BADMÍNTON

10. Pesada roda que serve para conservar a uniformidade do movimento de uma máquina.

11. Peça que, nos relógios, resiste ao impulso da mola.

12. Seta, dardo.

13. [Pesca]   [Pesca]  Rede de um só pano para emalhar pescadas.

14. Rodeiro.

15. Roda que comanda a direcção de um automóvel, e, por extensão, o automobilismo.

16. Correia contínua na roda das máquinas.

17. Lacaio, servo.

18. [Portugal: Minho]   [Portugal: Minho]  Instante, momento.

19. Condutor de automóvel.

20. [Brasil]   [Brasil]   [Futebol]   [Futebol]  Jogador que ocupa habitualmente uma posição entre a defesa e o meio-campo. = MÉDIO-VOLANTE

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Dúvidas linguísticas


Desejava que me ajudassem na seguinte dúvida: torção ou torsão? A palavra torsão existe? Qual o significado de cada uma?
A forma correcta é torção. Para além das acepções de “torcedura” e de “cólica de certos animais ”, registadas no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, obras lexicográficas mais recentes, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa (Academia das Ciências de Lisboa/Verbo, 2001) e o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002), registam ainda na entrada torção acepções técnicas de agricultura (“torcedura num ramo para reduzir o afluxo de seiva e a produção de folhas”), física (“deformação de sólido”) e matemática (“tipo de derivada”).



A minha dúvida é relativa ao novo Acordo Ortográfico: gostava que me esclarecessem porque é que "lusodescendente" escreve-se sem hífen e "luso-brasileiro", "luso-americano" escreve-se com hífen. É que é um pouco difícil de se compreender, e já me informei com algumas pessoas que não me souberam dizer o porquê de ser assim. Espero uma resposta de vossa parte com a maior brevidade possível.
Não há no texto legal do Acordo Ortográfico de 1990 uma diferença clara entre as palavras que devem seguir o disposto na Base XV e o disposto na Base XVI. Em casos como euroafricano/euro-africano, indoeuropeu/indo-europeu ou lusobrasileiro/luso-brasileiro (e em outros análogos), poderá argumentar-se que se trata de "palavras compostas por justaposição que não contêm formas de ligação e cujos elementos, de natureza nominal, adjetival, numeral ou verbal, constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido" (Base XV) para justificar o uso do hífen. Por outro lado, poderá argumentar-se que não se justifica o uso do hífen uma vez que se trata de "formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co-, contra-, entre-, extra-, hiper-, infra-, intra-, pós-, pré-, pró-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-, etc.) e de formações por recomposição, isto é, com elementos não autónomos ou falsos prefixos, de origem grega e latina (tais como: aero-, agro-, arqui-, auto-, bio-, eletro-, geo-, hidro-, inter-, macro-, maxi-, micro-, mini-, multi-, neo-, pan-, pluri-, proto-, pseudo-, retro-, semi-, tele-, etc.)" (Base XVI).

Nestes casos, e porque afro-asiático, afro-luso-brasileiro e luso-brasileiro surgem no texto legal como exemplos da Base XV, a Priberam aplicou a Base XV, considerando que "constituem uma unidade sintagmática e semântica e mantêm acento próprio, podendo dar-se o caso de o primeiro elemento estar reduzido". Trata-se de uma estrutura morfológica de coordenação, que estabelece uma relação de equivalência entre dois elementos (ex.: luso-brasileiro = lusitano e brasileiro; sino-japonês = chinês e japonês).

São, no entanto, excepção os casos em que o primeiro elemento não é uma unidade sintagmática e semântica e se liga a outro elemento análogo, não podendo tratar-se de justaposição (ex.: lusófono), ou quando o primeiro elemento parece modificar o valor semântico do segundo elemento, numa estrutura morfológica de subordinação ou de modificação, que equivale a uma hierarquização dos elementos (ex.:  eurodeputado = deputado [que pertence ao parlamento europeu]; lusodescendente = descendente [que provém de lusitanos]).

É necessário referir ainda que o uso ou não do hífen nestes casos não é uma questão nova na língua portuguesa e já se colocava antes da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990. Em diversos dicionários e vocabulários anteriores à aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 já havia práticas ortográficas que distinguiam, tanto em Portugal como no Brasil, o uso do hífen entre euro-africano (sistematicamente com hífen) e eurodeputado (sistematicamente sem hífen).

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Palavra do dia

do·tal do·tal


(latim dotalis, -e)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

Do dote ou a ele relativo (ex.: escritura dotal; regime dotal). = DOTALÍCIO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/volante [consultado em 12-06-2021]