Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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turvoturvo | adj. | s. m.
1ª pess. sing. pres. ind. de turvarturvar
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tur·vo tur·vo
adjectivo
adjetivo

1. Que perdeu a transparência ou a limpidez.

2. Toldado, embaciado.

3. [Figurado]   [Figurado]  Perturbado, agitado.

4. [Por extensão]   [Por extensão]  Bêbedo.

substantivo masculino

5. Falta de transparência ou de brilho.

Confrontar: torvo.

tur·var tur·var - ConjugarConjugar
verbo transitivo

1. Tornar turvo.

2. Escurecer.

3. Perturbar.

4. Embaciar.

5. Embriagar.

verbo intransitivo

6. Tornar-se turvo ou torvo.

verbo pronominal

7. Agastar-se.

8. Tornar-se turvo.

9. Embriagar-se.

Confrontar: torvar.
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Dúvidas linguísticas


Será que me podem elucidar como vai ficar a designação bilião (milhãoXmilhão=1 000 000 000 000), depois do acordo ortográfico? No Brasil, de momento, bilião é 1 000 000 000.
Um acordo ortográfico, como o nome indica, dispõe sobre a ortografia e não sobre as outras partes da língua.

A palavra bilião (e também os outros grandes numerais acabados em -ilião), não sofre nenhuma alteração por causa do Acordo Ortográfico de 1990.
Por haver divergências na nomenclatura dos grandes números, o significado da palavra bilião foi estabelecido através de convenção entre vários países, na 9.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (12-21 de Outubro de 1948), organizada pelo Bureau International des Poids et Mesures e na qual Portugal participou. A convenção resultou numa regra, chamada regra N, referida na portaria n.º 14808, de 11 de Novembro de 1953, na portaria n.º 17052, de 4 de Março de 1959, e ainda a norma NP 405 do Instituto Português de Qualidade.

Segundo esta regra, em Portugal, a passagem de milhão (1 000 000) a bilião deverá fazer-se pelo acréscimo de 6 zeros (1 000 000 000 000), o que equivale a um milhão de milhões (e não a mil milhões: 1 000 000 000), e assim sucessivamente:
1 000 000 = milhão
1 000 000 000 000 = bilião
1 000 000 000 000 000 000 = trilião
1 000 000 000 000 000 000 000 000 = quadrilião
1 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 = quintilião
1 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 000 = sextilião
etc.

Esta disposição foi adoptada por todos os países europeus, mas não por países como o Brasil ou os Estados Unidos da América, o que resulta em divergências e ambiguidades quando há referência a dados que incluem grandes números, nomeadamente quando se trata de notícias provenientes destes países. Nessa norma, a passagem de milhão (1 000 000) a bilião deverá fazer-se pelo acréscimo de 3 zeros (1 000 000 000), o que equivale a mil milhões (e não a um milhão de milhões: 1 000 000 000 000), e assim sucessivamente:
1 000 000 = milhão
1 000 000 000 = bilião
1 000 000 000 000 = trilião
1 000 000 000 000 000 = quadrilião
etc.

Numa notícia de um jornal português que refira, por exemplo, um bilião de dólares, ficará a dúvida se se trata de $ 1 000 000 000 000, segundo a norma europeia, ou de $ 1 000 000 000, segundo a norma americana.

Esta não é, no entanto, uma questão ortográfica, mas antes uma questão de nomenclatura técnica e científica, sobre a qual o Acordo Ortográfico não se pronuncia.





Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.
Na primeira frase apresentada, os verbos jogar e vibrar deveriam estar no infinitivo pessoal: Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogarem e vibrarem com o jogo. Isto deverá acontecer devido ao facto de o sujeito da oração principal ([eu] Fiquei observando) ser diferente do sujeito da oração completiva infinitiva que tem como sujeito Vítor, Rose e Flávia. Dito de outra forma e com outro exemplo, o infinitivo pessoal (forma flexionada, ex.: jogarem ou correrem) carece de sujeito próprio diferente do da oração principal (por exemplo: A mãe pediu para eles não correrem no jardim.). Se o sujeito fosse o mesmo da oração principal a oração infinitiva deveria ter um infinitivo não flexionado (Eu convenci-me a [eu] jogar futebol.).

Na segunda frase apresentada, Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente, o verbo está correctamente empregue. Neste caso, trata-se de uma articulação entre três tempos do passado (ou pretérito): Ana melhorou, no pretérito perfeito, indicando uma acção ou alteração perfeitamente acabada (a Ana já melhorou, não está ainda a melhorar), tivera de ficar internada, no pretérito mais-que-perfeito, indicando uma acção ou alteração que é passada e é anterior a outra acção ou tempo passados (a Ana melhorou no passado, mas num passado anterior teve de ficar internada) e estava doente, pretérito imperfeito, indicando que a acção ou alteração se prolongou no tempo (no passado, a Ana esteve doente, antes e durante o tempo em que esteve internada).

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Palavra do dia

li·nha·gis·ta li·nha·gis·ta
(linhag[em] + -ista)
adjectivo de dois géneros e substantivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros e substantivo de dois géneros

Que ou quem se dedica a investigações genealógicas. = GENEALOGISTA

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/turvo [consultado em 27-01-2020]