PT
BR
Pesquisar
Definições



suspeita

A forma suspeitapode ser [feminino singular de suspeitosuspeito], [segunda pessoa singular do imperativo de suspeitarsuspeitar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de suspeitarsuspeitar] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
suspeitasuspeita
( sus·pei·ta

sus·pei·ta

)


nome feminino

1. Conjectura, desconfiança mais ou menos fundada.

2. Leve opinião ou apreensão desfavorável a respeito de alguém ou de alguma coisa.

suspeitosuspeito
( sus·pei·to

sus·pei·to

)


adjectivoadjetivo

1. Que causa suspeitas (ex.: comportamento suspeito). = SUSPEITOSO, SUSPICAZINSUSPEITO

2. Que não inspira confiança. = DUVIDOSOINSUSPEITO

3. Que se deve evitar. = PERIGOSO

4. Que é de diagnóstico reservado ou que inspira cuidados (ex.: doença suspeita).


adjectivo e nome masculinoadjetivo e nome masculino

5. Que ou quem é alvo de suspeita ou de desconfiança em relação a algo.

6. Que ou quem é apontado como autor ou culpado de algo.

suspeitarsuspeitar
( sus·pei·tar

sus·pei·tar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Conjecturar, julgar, supor ou imaginar com certos dados mais ou menos seguros.

2. Considerar ou taxar por suspeitas.

3. Imputar por suspeitas alguma qualidade a (alguém).


verbo intransitivo

4. Fazer suposição; ter desconfiança.

Auxiliares de tradução

Traduzir "suspeita" para: Espanhol Francês Inglês

Anagramas



Dúvidas linguísticas



A minha dúvida é a respeito da etimologia de determinadas palavras cuja raiz é de origem latina, por ex. bondade, sensibilidade, depressão, etc. No Dicionário Priberam elas aparecem com a terminação nominativa mas noutros dicionários parece-me que estão na terminação ablativa e não nominativa. Gostaria que me esclarecessem.
O Dicionário Priberam da Língua Portuguesa regista, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas que são normalmente enunciadas na forma do nominativo, seguida do genitivo: bonitas, bonitatis (ou bonitas, -atis); sensibilitas, sensibilitatis (ou sensibilitas, -atis) e depressio, depressionis (ou depressio, -onis).

Noutros dicionários gerais de língua portuguesa, é muito usual o registo da etimologia latina através da forma do acusativo sem a desinência -m (não se trata, como à primeira vista pode parecer, do ablativo). Isto acontece por ser o acusativo o caso lexicogénico, isto é, o caso latino que deu origem à maioria das palavras do português, e por, na evolução do latim para o português, o -m da desinência acusativa ter invariavelmente desaparecido. Assim, alguns dicionários registam, por exemplo, na etimologia de bondade, sensibilidade ou depressão, as formas bonitate, sensibilitate e depressione, que foram extrapoladas, respectivamente, dos acusativos bonitatem, sensibilitatem e depressionem.

Esta opção de apresentar o acusativo apocopado pode causar alguma perplexidade nos consulentes dos dicionários, que depois não encontram estas formas em dicionários de latim. Alguns dicionários optam por assinalar a queda do -m, colocando um hífen no final do étimo latino (ex.: bonitate-, sensibilitate-, depressione-). Outros, mais raros, como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa optaram por enunciar os étimos latinos (ex.: bonitas, -atis; sensibilitas, -atis, depressio, -onis), não os apresentando como a maioria dos dicionários; o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa não enuncia o étimo latino dos verbos, referenciando apenas a forma do infinitivo (ex.: fazer < facere; sentir < sentire).




Gostaria de saber a origem da palavra hospital. De onde foi formada?
A palavra hospital deriva do adjectivo latino hospitalis, -e (“que é relativo a hóspede”), usado nas locuções hospitale domus ou hospitale cubiculum (“casa de hóspedes”). A mesma palavra latina deu origem ao francês hôtel, de onde deriva a palavra portuguesa hotel.