Significado de sucumbir-vos

    A forma sucumbir-vospode ser [infinitivo de sucumbirsucumbir], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de sucumbirsucumbir], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de sucumbirsucumbir], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de sucumbirsucumbir] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de sucumbirsucumbir].

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    sucumbirsucumbir
    ( su·cum·bir

    su·cum·bir

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Cair debaixo.

    2. Ceder.

    3. Vergar.

    4. Não poder resistir.

    5. Morrer.

    6. Desaparecer.

    7. Acabar.

    8. Desalentar-se.

    etimologiaOrigem:latim succumbo, -ere, cair sob, deitar-se por baixo, ceder, morrer.

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    Alusão de Lucano à fidelidade de Catão a Pompeio vencido por César; cita-se a propósito daqueles que não abandonam uma causa, mesmo depois de ela ter sucumbido....


    vencido | adj. | n. m.

    Que sucumbiu numa luta ou foi dominado pelo adversário....


    sucumbido | adj. | adj. n. m.

    Que sucumbiu....


    sucumbente | adj. 2 g. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que sucumbe....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

      Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
      Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

      Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
      Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.