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ronda

A forma rondapode ser [segunda pessoa singular do imperativo de rondarrondar], [terceira pessoa singular do presente do indicativo de rondarrondar] ou [nome feminino].

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rondaronda
( ron·da

ron·da

)


nome feminino

1. [Militar] [Militar] Visita feita aos diferentes postos militares.

2. Conjunto de pessoas, geralmente soldados ou polícias, que percorre certos lugares urbanos para manutenção da ordem. = PATRULHA

3. Passeio ou percurso em que se anda vigiando alguma coisa. = PATRULHA

4. Cada uma das partes de um combate ou de um confronto. = ASSALTO

5. Cada uma das séries de competições em que se divide um calendário desportivo (ex.: esta semana decorre a última ronda do campeonato).

6. [Desporto] [Esporte] Conjunto das partidas ou dos jogos de um torneio ou campeonato, geralmente marcados para o mesmo dia (ex.: o judoca foi afastado na segunda ronda). = RODADA

7. Dança que se efectua em círculo.

8. [Jogos] [Jogos] Jogo de azar, semelhante ao jogo do monte.

9. [Portugal: Beira, Trás-os-Montes] [Portugal: Beira, Trás-os-Montes] Tocata de rapazes durante a noite, pela povoação.

rondarrondar
( ron·dar

ron·dar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo e intransitivo

1. Fazer a ronda.

2. Andar de ronda.

3. Passear em volta de; vigiar (passeando).

4. [Marinha] [Marinha] Atesar, alar, dar voltas com um cabo à roda de qualquer peça de manobra.

rondaronda

Auxiliares de tradução

Traduzir "ronda" para: Espanhol Francês Inglês


Dúvidas linguísticas



Como se escreve, em números, um milhão? Com pontos, sem pontos e com espaços ou sem pontos e sem espaços? 1.000.000, 1 000 000 ou 1000000?
Não há qualquer norma ortográfica para o uso de um separador das classes de algarismos (unidades, milhares, milhões, etc.) ou para o separador das casas decimais, pois o Acordo Ortográfico de 1945 e o Acordo Ortográfico de 1990 (os textos legais reguladores da ortografia portuguesa) são omissos.

Há várias opiniões sobre o assunto e a maioria dos livros de estilo (veja-se, a título de exemplo, o texto disponibilizado pelo jornal Público no seu Livro de Estilo, artigo "Números", ponto 1.), prontuários e consultores linguísticos para o português defende o uso do ponto a separar as classes de algarismos (ex.: 1.000.000) e da vírgula para separar a parte inteira da parte decimal (ex.: 100,5).

Como se trata de uma questão de metrologia, mais do que de ortografia, a resolução n.º 10 (https://www.bipm.org/fr/CGPM/db/22/10/) da 22.ª Conferência Geral de Pesos e Medidas (Paris, 12 - 17 de Outubro de 2003) organizada pelo Bureau International des Poids et Mesures, em que Portugal participou, é importante e pode contribuir para a uniformização nesta questão (esta resolução apenas reforça a resolução n.º 7 [https://www.bipm.org/fr/CGPM/db/9/7/] da 9.ª Conferência ocorrida em 1948, que apontava no mesmo sentido): o símbolo do separador decimal poderá ser a vírgula ou o ponto (sobretudo nos países anglo-saxónicos e em teclados de computadores e calculadoras); apenas para facilitar a leitura, os números podem ser divididos em grupos de três algarismos (que correspondem às classes das unidades, milhares, milhões, etc.), a contar da direita, mas estes grupos não devem nunca ser separados por pontos ou por vírgulas (ex.: 1 000 000,5 ou 1 000 000.5 e não 1.000.000,5 ou 1,000,000.5).

Por respeito pelas convenções internacionais e por uma questão de rigor (é fácil de concluir que a utilização do ponto ou da vírgula para separar as classes de algarismos num número que contenha casas decimais pode gerar equívocos), é aconselhável não utilizar outro separador para as classes de algarismos senão o espaço (ex.: 1000000 ou 1 000 000).




Gostaria de saber se, se eu escrever como escrevia anteriormente (com a ortografia anterior ao Acordo Ortográfico), está ortograficamente errado ou também é aceite? Exemplo: "correcto" ou "correto"? Qual deles está oficialmente? Ou estarão os dois?
Quando o novo Acordo Ortográfico estiver em vigor em Portugal, apenas a forma "correto" será considerada ortograficamente certa, correspondendo a forma "correcto" a uma grafia anterior à vigência do acordo, uma vez que este preconiza que não sejam escritas as consoantes que não são proferidas na chamada norma culta (base IV, 1.º, alínea b).
O utilizador da língua pode optar por utilizar a nova ortografia ou não, uma vez que não pratica qualquer ilícito contravencional, isto é, manter a ortografia anterior ao novo Acordo Ortográfico não tem qualquer consequência legal, mesmo após o período de transição de 6 anos previsto legalmente (em Portugal). No entanto, quando houver uma generalização da nova ortografia, nomeadamente na comunicação social e em contexto escolar, pode ser importante e útil a aprendizagem dessa nova ortografia por motivos sociais e profissionais. A partir de determinada altura, a noção de erro ortográfico vai abranger formas que actualmente são práticas correntes, da mesma forma que actualmente são considerados erros ortográficos práticas ortográficas alteradas pelo Acordo de 1945 (como diccionário ou sciência), ou pela alteração de 1973 (como pràticamente ou sòzinho).