Significado de roçares-vos

    A forma roçares-vospode ser [segunda pessoa singular do futuro do conjuntivo de roçarroçar] ou [segunda pessoa singular infinitivo flexionado de roçarroçar].

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    roçarroçar
    ( ro·çar

    ro·çar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Cortar ou derrubar, geralmente vegetação (ex.: roçar mato).

    2. Cortar rente. = CERCEAR, RENTEAR

    3. [Figurado] [Figurado] Gastar com o atrito. = CORROER, DESGASTAR

    4. Passar junto de. = DERRAPAR, RESVALAR

    5. Estar ou passar junto a. = RENTAR, RENTEAR

    6. Aproximar-se de (ex.: palavras que roçam o insulto).

    verbo transitivo e pronominal

    7. Passar, tocando levemente. = ROÇAGAR

    verbo transitivo e intransitivo

    8. Tocar de leve o chão. = ROÇAGAR

    etimologiaOrigem:latim *ruptiare, de ruptus, -a, -um, particípio passado de rumpo, -ere, romper, rasgar.

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    iconeConfrontar: ruçar.

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    Esta palavra no dicionário

    incruado | adj.

    Diz-se do roçado cuja queima não foi completa....


    roçadeiro | adj.

    Que roça ou serve para roçar (falando-se de instrumentos agrícolas)....


    ruço | adj.

    Pardacento....


    talhadiço | adj.

    Que se pode cortar ou roçar (falando-se do mato)....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?