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riam

3ª pess. pl. pret. imperf. ind. de rirrir
3ª pess. pl. imp. de rirrir
3ª pess. pl. pres. conj. de rirrir
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

rir rir

- ConjugarConjugar

(latim rideo, -ere)
verbo intransitivo e pronominal

1. Manifestar o riso.

2. Mostrar alegria ou divertimento. = SORRIR

3. Causar alegria.

4. [Popular]   [Popular]  Fender-se, rasgar-se.

verbo transitivo

5. Achar graça a (ex.: rio-me sempre das histórias dele).

6. Fazer troça de ou gozar com. = CHALACEAR, ESCARNECER, GOZAR, GRACEJAR, ZOMBAR

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Dúvidas linguísticas


Quando uma carta formal é iniciada por "Eu...", deve de ter o título? "Eu, Dr. João..." ou "Eu, D. Ana..."? No caso de ser Dona, como é a abreviatura? E no caso de ser Dom?
Não há nenhuma norma linguística que impeça a indicação do título do sujeito de um texto formal, como no caso de editais, testamentos ou declarações. No entanto, é mais comum surgir apenas a indicação do nome do sujeito, sem o título, talvez por ser menos ostentatório. A abreviatura de dom ou dona é D. (ex.: D. José, D. Mariana).



Gostaria de saber quais as preposições que podem ser usadas no complemento directo e indirecto. Eu levanto esta dúvida porque o verbo "abusar" é regido pela preposição "de" e, segundo sei, não tem complemento directo, o que me leva a concluir que a referida preposição não pode ser usada no complemento directo. Gostava de ser esclarecido se é de facto assim. Outra questão que surge na sequência desta é a seguinte: eu li um artigo sobre gramática que dizia o seguinte: "O verbo abusar não tem, pois, complemento directo, pelo que não pode ser conjugado na voz passiva". Então é errado dizer "a Ana foi abusada"? (voz passiva)
Apesar de o verbo abusar ser transitivo indirecto, porque selecciona um complemento introduzido pela preposição de, algumas acepções deste verbo (ex.: o indivíduo abusou da Ana) são comummente usadas com passagem à voz passiva (ex.: a Ana foi abusada pelo indivíduo), sendo o sujeito da frase passiva não o complemento directo habitual da voz activa, mas o complemento preposicionado.

Apesar de ser muito usada, esta não é uma construção consensualmente aceite.

Uma vez que, em português, o complemento directo da frase activa (ex.: apanhou o gatuno) é o sujeito de uma frase passiva (ex.: o gatuno foi apanhado), este comportamento do verbo abusar é raro na língua, mas não é exclusivo deste verbo. Este fenómeno em que o complemento preposicionado da voz activa é o sujeito da voz passiva (ex.: o indivíduo abusou da Ana --> a Ana foi abusada pelo indivíduo), pode ser encontrado mais frequentemente em verbos como responder (ex.: respondeu logo à dúvida --> a dúvida foi logo respondida) ou (des)obedecer (ex.: obedeceu às ordens --> as ordens foram obedecidas) e ainda em alguns outros verbos (ex.: o aluno assistiu a poucas aulas --> poucas aulas foram assistidas pelo aluno; o patrão não pagou à funcionária --> a funcionária não foi paga pelo patrão; a defesa vai recorrer da sentença --> a sentença vai ser recorrida pela defesa).

Por este motivo, alguns autores, por vezes denominados puristas da língua, consideram erróneo o uso da passiva com verbos como estes, mas tendem a aceitar o uso passivo de alguns deles (normalmente o verbo responder), sem outras justificações sem ser a indicação de que o uso consagrou um ou outro.

Francisco Fernandes (Dicionário de Verbos e Regimes, São Paulo: Globo, 2001, 44.ª ed., p. 436), por outro lado, em relação ao verbo obedecer (mas não em relação a nenhum dos outros) afirma que a voz passiva deste verbo “é construção universalmente aceita”. O autor justifica-a apresentando o verbo obedecer construído com objecto directo, que “não obstante condenado por alguns autores de boa nota, é comum encontrar-se nos clássicos antigos”, como exemplifica com abonações de Padre António Vieira ("Nem a Deus se podem perguntar os porquês: obedecê-los sim, muda e cegamente.", Sermões, I, 257, "Não só ofendiam a António, mas o obedeciam e reverenciavam.", Sermões, IV, 30).

Como conclusão da reflexão feita acima, pode dizer-se que a construção passiva de verbos que não são transitivos directos é um fenómeno difícil de explicar a não ser por estudos diacrónicos da língua que não temos possibilidade de fazer facilmente. É então um fenómeno observável em raros verbos, mas com esses verbos é muito frequente. Por ser uma construção algo polémica, o falante deverá ter em conta que o seu uso pode ser contestado, pelo que, em contextos formais em que se pretenda um discurso irrepreensível, deverá ser uma construção evitada.

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Palavra do dia

sal·-ge·ma |ê|sal·-ge·ma |ê|


nome masculino

[Mineralogia]   [Mineralogia]  Sal comum fossilizado, extraído de depósitos naturais (ex.: mina de sal-gema). = HALITE

Plural: sais-gema ou sais-gemas.Plural: sais-gema ou sais-gemas.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/riam [consultado em 27-06-2022]