Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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radicais

2ª pess. pl. pres. ind. de radicarradicar
masc. e fem. pl. de radicalradical
masc. pl. de radicalradical
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ra·di·car ra·di·car

- ConjugarConjugar

verbo transitivo e pronominal

1. Tornar ou ficar sólido ou profundo. = ARRAIGAR, ENRAIZAR

2. Fixar ou fixar-se em determinado lugar. = ESTABELECER

3. Basear-se em. = ASSENTAR

verbo pronominal

4. Criar raízes. = ARRAIGAR-SE, ENRAIZAR-SE

5. Fixar-se por meio de laços morais. = CONSOLIDAR-SE


ra·di·cal ra·di·cal


(latim radix, -icis, raiz + -al)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Da raiz.

2. Inerente, inseparável.

3. Completo.

4. Que é drástico ou brusco.

5. [Política]   [Política]  Que quer reformas absolutas em política.

6. [Gramática]   [Gramática]  Pertencente ou relativo à raiz da palavra.

7. [Botânica]   [Botânica]  Diz-se das folhas que nascem junto da raiz.

nome masculino

8. [Gramática]   [Gramática]  Parte invariável de uma palavra que pode receber afixos.

9. [Matemática]   [Matemática]  Símbolo de extracção de raiz (√).

10. [Química]   [Química]  Corpo composto que nas combinações se comporta como corpo simples.

adjectivo de dois géneros e nome de dois géneros
adjetivo de dois géneros e nome de dois géneros

11. Que ou quem se encontra distante do que é considerado normal ou tradicional.

12. [Política]   [Política]  Que ou quem é partidário do radicalismo. = RADICALISTA


radical livre
[Química]   [Química]  Molécula ou átomo com número ímpar de electrões e que, no organismo, são produzidos no processo de combustão do oxigénio nas células, podendo provocar danos em células sãs.

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Anagramas

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Dúvidas linguísticas


Tenho dúvida em diferenciar "Termo da Oração" e "Função Sintática". Numa mesma página dum livro de Gramática, vi três definições de Sujeito: 1) Sujeito É o TERMO DA ORAÇÃO que concorda em número e pessoa com o verbo; 2) Sujeito é, portanto, o NOME de uma FUNÇÃO SINTÁTICA (...); 3) Sob a ótica da Morfossintaxe, Sujeito é NOME de uma função substantiva (...). Entendo que "termo" seja sinônimo de "vocábulo", logo Termo da Oração deveria ser um "pedaço" da oração composto por uma ou mais palavras, vocábulos. E a Função Sintática deveria ser o papel exercido por essa(s) palavra(s) ("termo da oração") na frase. Exemplificando: "A Gramática é confusa." Penso que morfologicamente, "A" é um artigo, "Gramática", um substantivo e o termo desta oração "A Gramática" possui um papel na frase, isto é, uma Função Sintática a qual denomino Sujeito (por "A Gramática" concordar em número e pessoa com o verbo). Pareço estar totalmente de acordo com a definição 2 e parcialmente com a definição 1. Logo, a definição 1 estaria errada, pois estaríamos chamando de Sujeito um conjunto de PALAVRAS e não a função (sintática) que essas palavras exercem, o que acho estranho, pois é de se esperar que não haja um erro como esse num livro de língua portuguesa. A definição 3 parece a mim mais compreensível, no entanto não compreendo o que é a Morfossintaxe. Enfim, gostaria do CONCEITO de "Termo da Oração", de "Função Sintática" - uma vez que não encontro em livros - e de "Morfossinxtaxe, e de que me corrigissem em algo que tenha errado.
Sendo difícil perceber a totalidade da definição de sujeito a partir do texto que nos transcreveu, é possível, no entanto, dizer que as três sequências de texto apresentadas não são três definições, mas antes três partes da mesma definição, pois parecem completar-se para dar a noção do que é o sujeito de uma frase.

Assim, o sujeito é de facto um dos termos principais de uma oração (devendo entender-se termo como um elemento constituinte) e é a parte da oração com que o verbo concorda (ex.: A gramática é confusa; As gramáticas são confusas), mesmo quando há inversão da ordem canónica da frase (ex.: Confusa é a gramática; Confusas são as gramáticas). Por este motivo, o sujeito desempenha uma função sintáctica importante na frase (devendo entender-se função sintáctica como uma relação gramatical entre os diferentes sintagmas de uma frase), estabelecendo ligações com os outros constituintes frásicos, nomeadamente relações de concordância, mesmo quando não está explícito na frase (ex.: [eu] Fico atento quando [eu] penso que isso é verdade). O sujeito pode ser constituído por apenas uma palavra (ex.: Maria tem grandes encantos; ela é um doce), por um grupo nominal mais ou menos complexo (ex.: A Maria tem grandes encantos; O irmão da Maria é o João; O pai e a mãe do João e da Maria saíram), ou por uma frase (ex.: Quem comete uma infracção está sujeito às consequências; O facto de ele se ter enganado surpreende-me), mas em qualquer um dos casos trata-se de um grupo nominal (ou de uma função substantiva, como é referido na questão, isto é, de uma função desempenhada por um substantivo ou por um conjunto de palavras com valor de substantivo), sendo que qualquer um dos sintagmas acima pode ser pronominalizado por um pronome pessoal sujeito (ex.: Ela tem grandes encantos; Ele é o João; Eles saíram; Ele está sujeito às consequências) ou por um pronome demonstrativo invariável, no caso de frase completiva (ex.: Isso surpreende-me).

Podemos ainda acrescentar que a morfossintaxe é uma parte da gramática ou da descrição linguística que estuda combinadamente a morfologia e a sintaxe (cujas definições poderá encontrar seguindo as hiperligações para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa).




Qual o significado e etimologia da palavra desfibrilador?
A palavra desfibrilador (e a sua variante desfibrilhador) designa um aparelho que, através de uma descarga eléctrica, permite combater a fibrilação cardíaca, que é uma sucessão rápida e irregular de contracções dos músculos do coração. As palavras desfibrilador e desfibrilhador são formadas através da aposição do sufixo -dor aos verbos desfibrilar e desfibrilhar, que, por sua vez, derivam dos substantivos fibrila e fibrilha (do francês fibrille), que designam qualquer fibra pequena ou, em anatomia, cada um dos filamentos longos e delgados que constituem qualquer tecido muscular, também conhecidos por miofibrilas ou miofibrilhas.
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Palavra do dia

a·di·a·fo·ri·a a·di·a·fo·ri·a


(grego adiaforía, -as, indiferença)
nome feminino

1. [Filosofia]   [Filosofia]  Indiferença originada pela impossibilidade de atingir ou compreender a verdade. = ACATALEPSIA, ADIAFORISMO

2. [Medicina, Psicologia]   [Medicina, Psicologia]  Ausência de resposta a estímulos devido a exposição anterior a esses estímulos.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/radicais [consultado em 31-07-2021]