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radeji

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badejo (norma brasileira)
bradeje (norma brasileira)
fadeje (norma brasileira)
fadejo (norma brasileira)
fradeje (norma brasileira)

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Dúvidas linguísticas


É com espanto que vejo que na conjugação do verbo haver aparecer a forma houveram. Sempre aprendi que a 3.ª pessoa do plural do pretérito perfeito não existe. Podem-me explicar se é moda nova?!
A flexão do verbo haver varia consoante o seu emprego. Assim, quando este é empregue como verbo principal, com os sentidos de “existir” (em 1.a), de "ter decorrido" (em 2.a) e de “acontecer” (em 3.a), ele é impessoal, i.e., utiliza-se apenas na 3.ª pessoa do singular. Daí a má formação das frases 1.b), 2.b) e 3.b), assinaladas com asterisco (*):

1. a) Houve muitos deputados investigados.
b) * Houveram muitos deputados investigados.

2. a) Havia duas horas que estava à espera.
b) * Haviam duas horas que estava à espera.

3. a) Na semana passada houve muitos acidentes.
b) * Na semana passada houveram muitos acidentes.

Quando é empregue como verbo principal com outros sentidos que não os de "existir", "ter decorrido" ou "acontecer", é flexionado em todas as pessoas:

4. a) Os organizadores do colóquio houveram por bem encomendar uma sondagem. [achar, considerar]
b) E que bem se houveram os portugueses no confronto! [avir-se]

O verbo haver emprega-se ainda como auxiliar em tempos compostos, sendo também flexionado em todas as pessoas:

5. As encomendas haviam sido entregues.

Como se pode ver pelas frases 4-5, a 3.ª pessoa do plural do pretérito perfeito do verbo haver existe, pelo que o conjugador deve incluí-la, não podendo é ser utilizada nos casos em que o verbo é impessoal.




A minha dúvida é sobre a pronunciação do nome próprio Rosana. Existe quem acentue a sílaba "Ro" e "sa" (Rósâna) e quem acentue a sílaba "sa" apenas (Rusâna). O nome, no entanto, escreve-se sem qualquer acento. Qual a forma correcta de o pronunciar?
O nome próprio Rosana é uma palavra grave e, independentemente da pronúncia da letra o, a sílaba tónica (isto é, aquela que recebe o acento de intensidade da palavra) é sempre a penúltima (-sa-).

A diferença de pronúncia entre [Ru]sana, [Ro]sana ou ainda [Rɔ]sana deve-se a uma alternância vocálica, isto é, a vogal o na escrita pode corresponder na oralidade às vogais [u] (como em morango), [o] (como em dor) ou ainda [ɔ] (como em pó).

Como regra geral do português europeu, as vogais das sílabas átonas elevam-se (por exemplo, um [o] ou um [ɔ] tónicos passam a [u] quando átonos: ex.: cola [ɔ] > colar [u]; forca [o] > enforcar [u]), mas esta regra tem muitas excepções (motivadas por vezes por características lexicais de uma palavra específica, por razões etimológicas, eufónicas ou outras). No caso de Rosana, a elevação da vogal da sílaba átona corresponderia à pronúncia [Ru]sana, mas qualquer uma das outras pronúncias é tão correcta como esta.

Palavra do dia

ro·ti·ná·ri·o ro·ti·ná·ri·o


(rotina + -ário)
adjectivo
adjetivo

Que segue a rotina ou é relativo a rotina (ex.: procedimento rotinário; tarefas rotinárias). = ROTINEIRO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/radeji [consultado em 21-10-2021]