Significado de programáveis-te

    A forma programáveis-tepode ser [masculino e feminino plural de programávelprogramável] ou [segunda pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de programarprogramar].

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    programarprogramar
    ( pro·gra·mar

    pro·gra·mar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Estabelecer o programa de um cinema, de uma emissão de rádio ou televisão, de um evento, de uma instituição cultural, etc.

    2. Estabelecer um plano para fazer algo. = PLANEAR, PLANIFICAR

    3. Fornecer instruções a uma máquina ou a um mecanismo para um procedimento automático (ex.: programar a máquina de lavar; programar o alarme).

    4. [Informática] [Informática] Dividir o problema entregue ao computador ou ao calculador em instruções codificadas e aceitáveis pela máquina.

    verbo transitivo e pronominal

    5. Submeter ou submeter-se a uma rotina ou aprendizagem para reagir de determinada maneira.

    etimologiaOrigem:programa + -ar.

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    programávelprogramável
    ( pro·gra·má·vel

    pro·gra·má·vel

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    Diz-se de um dispositivo automático cujo programa de trabalho se introduz por meio de um suporte, tal como a fita perfurada ou magnética, e pode, pois, ser facilmente modificada.

    vistoPlural: programáveis.
    iconPlural: programáveis.

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    Esta palavra no dicionário

    estultificante | adj. 2 g.

    Que estultifica, que torna estúpido (ex.: programa estultificante)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "programáveis-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se a palavra "pixel" existe em português e qual é o seu plural. Em muitas ocasiões aparece "pixeis" mas sendo uma palavra de origem inglesa o seu plural não deveria ser "pixels"?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?