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pró-

pró-pró- | pref.
própró | adv. | n. m.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

pró- pró-


(latim pro, diante de, sobre, em favor de, em lugar de)
prefixo

1. Exprime a noção de a favor de (ex.: pró-democracia; pró-ocidental).

2. Exprime a noção de em vez de (ex.: pró-presidente; pró-reitor).

Nota: É seguido de hífen por ter acento gráfico próprio.

pró pró


advérbio

1. A favor, em defesa.

nome masculino

2. Vantagem, proveito, conveniência.


os prós e os contras
O que há em favor e em contra; os benefícios e as desvantagens de algo.

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Dúvidas linguísticas


Posso utilizar a expressão e/ou em um texto formal? Se não, como escrevê-la? Posso escrever e ou ou e, ou?
As palavras e e ou são conjunções coordenativas, isto é, relacionam termos que podem ter a mesma função na frase (ex.: vou comprar umas calças azuis e brancas; vou comprar umas calças azuis ou brancas), sendo que a conjunção e indica adição (ex.: calças azuis e brancas) e a conjunção ou indica alternativa (ex.: calças azuis ou brancas).

A expressão e/ou é utilizada para exprimir de maneira económica e clara três hipóteses, duas delas contidas numa alternativa (uma coisa ou outra) e a outra contida numa adição (uma coisa e outra). Por exemplo, numa frase como todos os utilizadores têm o direito de rectificação e/ou eliminação dos seus dados pessoais, o texto destacado indica que é possível 1) a rectificação dos seus dados pessoais, 2) a eliminação dos seus dados pessoais, 3) a rectificação dos seus dados pessoais e a eliminação dos seus dados pessoais. Os pontos 1) e 2) estão contidos na alternativa com ou e o ponto 3) está contido na adição com e.

Não há qualquer motivo para a não utilização desta expressão num texto formal. A barra indica opcionalidade entre o e e o ou: rectificação e/ou eliminação dos seus dados pessoais = rectificação e eliminação dos seus dados pessoais / rectificação ou eliminação dos seus dados pessoais.




A palavra fim de semana, aparece em todo o lado escrita com hífen, inclusive no vosso dicionário. Contudo, quando estudei a língua portuguesa nas cadeiras da faculdade, foi-nos dado como referência um manual que nos serviu como a Bíblia da Língua Portuguesa: a Nova Gramática do Português Contemporâneo. Esta gramática de Celso Cunha e Lindley Cintra afirma na página 107 que a palavra fim de semana é um exemplo de quando os elementos justapostos conservam a sua "autonomia gráfica", tais como Idade Média e pai de família. Assim sendo, gostaria que me informassem se é correcto a utilização das duas formas, ou se a Nova Gramática já está desactualizada.
O registo de fim-de-semana como palavra hifenizada é feito pela esmagadora maioria das obras de referência do português europeu, nomeadamente o Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo GONÇALVES, o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro MACHADO, o Dicionário da Língua Portuguesa On-line, o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa ou o Grande Dicionário Língua Portuguesa, da Porto Editora.

Como contraponto, a palavra hifenizada está praticamente ausente das obras de referência do português do Brasil, não constando, por exemplo, do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras. A locução fim de semana é registada em obras como o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa ou o Aulete Digital - Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa.

É interessante, neste aspecto, comparar a edição brasileira (Ed. Objetiva, 2001) e a portuguesa (Círculo de Leitores, 2002) do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa e verificar que apesar de fim de semana estar registado nas duas edições como locução e não como palavra hifenizada, na edição portuguesa foi acrescentada a observação "também se escreve com hífen".

Relativamente ao que está estipulado nos textos legais que regem a ortografia portuguesa, a regulamentação sobre o uso do hífen é tão vaga que permitiria justificar que grande parte das locuções nominais fosse escrita com hífen. Leia-se, por exemplo, parte do texto da base XXVIII, a respeito de palavras/locuções com a mesma estrutura de fim-de-semana: "Emprega-se o hífen nos compostos em que entram [...] dois ou mais substantivos, ligados ou não por preposição ou outro elemento [...] e em que o conjunto dos elementos, mantida a noção da composição, forma um sentido único ou uma aderência de sentidos. Exemplos: água-de-colónia, arco-da-velha, bispo-conde, brincos-de-princesa, cor-de-rosa". Se aplicarmos estas indicações a fim-de-semana, podemos concluir que esta locução pode corresponder a um sentido único, pois corresponde a um intervalo temporal específico que não se limita a ser o fim de uma semana de trabalho, uma vez que pode a semana pode começar ao domingo e este está incluído no fim-de-semana.

A Nova Gramática do Português Contemporâneo de Celso CUNHA e Lindley CINTRA não se encontra desactualizada, nem está incorrecta. O que acontece é que o ponto de partida desta gramática de 1985 foi a Gramática da língua portuguesa, de Celso Cunha (1972). Apesar de a colaboração de Lindley Cintra ter permitido incluir informação adicional sobre o português de Portugal e um contraste entre as duas normas, alguma informação veiculada segue a tradição lexicográfica do português do Brasil, como parece ser o caso com fim de semana. Citando os autores da referida gramática, "reitere-se que o emprego do hífen é uma simples convenção ortográfica" (p. 107) e, atendendo à sua parca regulamentação nos textos legais, baseia-se essencialmente nas tradições lexicográficas portuguesa e brasileira.

Em conclusão, pode dizer-se que não se trata de uma incorrecção escrever de uma ou de outra forma, pois não há determinação ortográfica que impeça nenhuma delas, tratando-se apenas de uma questão de respeito pela tradição lexicográfica das duas normas. Actualmente, será preferível escrever fim-de-semana no português de norma europeia, e fim de semana no português de norma brasileira, mas é de referir ainda que o Acordo Ortográfico assinado em 1990 (que, saliente-se, não está em vigor) preconiza (na alínea a) do art. 6.º da base XV), a forma fim de semana, ignorando o texto do parágrafo anterior que defende excepções "já consagradas pelo uso (como é o caso de água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa)".

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Palavra do dia

zoi·si·te zoi·si·ta


([Sigismund] Zois [von Eldstein], antropónimo [mineralogista esloveno] + -ite)
nome feminino

[Mineralogia]   [Mineralogia]  Mineral ortorrômbico do grupo dos epídotos, usado como pedra preciosa.


• Grafia no Brasil: zoisita.

• Grafia no Brasil: zoisita.

• Grafia em Portugal: zoisite.

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