Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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pro-pro- | pref.
própró | adv. | s. m.
pròpropro | contr.
pró-pró- | pref.
Será que queria dizer pró?
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

pro- pro-
prefixo

Elemento designativo de origem, anterioridade, extensão, substituição.


pró pró
advérbio

1. A favor, em defesa.

substantivo masculino

2. Vantagem, proveito, conveniência.


os prós e os contras
O que há em favor e em contra; os benefícios e as desvantagens de algo.


prò |ó| pro |ó| pro |ó|
(pra + o)
contracção
contração

[Popular]   [Popular]  Contracção da preposição pra com o artigo ou pronome o.


Ver também dúvida linguística: pra, prà e apóstrofo.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: pro.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: prò.


• Grafia no Brasil: pro.

• Grafia em Portugal: prò.

pró- pró-
(latim pro, diante de, sobre, em favor de, em lugar de)
prefixo

1. Exprime a noção de a favor de (ex.: pró-ocidental).

2. Exprime a noção de em vez de (ex.: pró-reitor).

Nota: é seguido de hífen por ter acento gráfico próprio.
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Auxiliares de tradução

Traduzir "prò" para: Espanhol | Francês | Inglês

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Dúvidas linguísticas


Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?
No que diz respeito ao registo lexicográfico de quando muito ou de quanto muito, dos dicionários de língua que habitualmente registam locuções, todos eles registam apenas quando muito, com o significado de “no máximo” ou “se tanto”, nomeadamente o Grande Dicionário da Língua Portuguesa (coordenado por José Pedro Machado, Lisboa: Amigos do Livro Editores, 1981), o Dicionário Houaiss (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) e o Dicionário Aurélio (Curitiba: Positivo, 2004). A única excepção é o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências (Lisboa: Verbo, 2001), que regista como equivalentes as locuções adverbiais quando muito e quanto muito. Do ponto de vista lógico e semântico, e atendendo às definições e distribuições de quando e quanto, a locução quando muito é a que parece mais justificável, pois uma frase como quando muito, espero por ti até às 4 e 15 seria parafraseável por espero por ti até às 4 e 15, quando isso já for muito ou demasiado. Do ponto de vista estatístico, as pesquisas em corpora e em motores de busca evidenciam que, apesar de a locução quanto muito ser bastante usada, a sua frequência é muito inferior à da locução quando muito. Pelos motivos acima referidos, será aconselhável utilizar quando muito em detrimento de quanto muito.



Como grafar "marcha ré": marcha a ré, marcha-ré, marcha ré, marcha-a-ré?
A grafia correcta é sem hífen: marcha à ré (na norma europeia) e marcha a ré (na norma brasileira). A diferença ortográfica entre as duas normas do português deve-se ao facto de, na norma portuguesa, a locução incluir o artigo definido a, o que provoca a crase com a preposição a: marcha à. Na norma brasileira a locução não inclui o artigo definido, pelo que não há crase: marcha a.
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Palavra do dia

bi·cho·-da·-ba·ta·ta·-do·ce bi·cho·-da·-ba·ta·ta·-do·ce
substantivo masculino

[Entomologia]   [Entomologia]  Insecto lepidóptero da família dos esfingídeos (Agrius convolvuli), cuja lagarta tem um apêndice semelhante a um corno na zona caudal e cujo adulto é uma mariposa de grandes dimensões. = BICHARVÃO

Plural: bichos-da-batata-doce.Plural: bichos-da-batata-doce.
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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/pr%C3%B2 [consultado em 20-08-2019]