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    repormos

    isotónico | adj.

    Que tem a mesma concentração molecular, e, por consequência, o mesmo poder osmótico....


    Aparelho para repor nos trilhos os carros descarrilados....


    reposta | n. f.

    Quantia que se repõe, no voltarete....


    Processo destinado a repor matéria vegetal num solo degradado através da aspersão de um composto formado por água, sementes e fertilizantes....


    riposta | n. f.

    Acto de ripostar....


    bequadro | n. m.

    Sinal gráfico que repõe no tom natural a nota alterada pelo sustenido ou pelo bemol....


    repositor | adj. n. m.

    Que ou quem faz a reposição de produtos vendidos num estabelecimentos comercial....


    Dispositivo que permite interromper ou repor facilmente a corrente de um circuito eléctrico; interruptor de corrente (ex.: corta-corrente com chave; o carro tem um corta-corrente anti-roubo)....


    desalterar | v. tr. | v. pron.

    Fazer cessar a alteração de....


    recanalizar | v. tr.

    Voltar a canalizar ou canalizar de outra forma....


    repor | v. tr. | v. pron.

    Tornar a pôr....


    reprisar | v. tr.

    Apresentar novamente um espectáculo, filme, programa televisivo ou radiofónico....


    restaurar | v. tr. | v. pron.

    Reparar, restabelecer....


    remissa | n. f.

    Quantia reposta por um parceiro, no jogo do voltarete e noutros jogos....


    reposto | adj.

    Que se repôs (ex.: mercadoria reposta)....



    Dúvidas linguísticas


    No corrector do Flip 7 defrontei-me com um erro assinalado em "karateca". Por outro lado "carateca" não é considerado como erro. Em português de Portugal, isto a fazer fé no dicionário de Português da Porto Editora, o praticante de "karaté" é um "karateca". Ao que parece, no Brasil, um praticante de "karaté" é um "carateca". Portanto acho que a palavra "karateca" deveria ser incluída no léxico de português de Portugal, e deveria ser eliminada a palavra "carateca" por pertencer ao léxico brasileiro. É óbvio que isto tem a ver com opções difíceis na grafia das palavras de origem estrangeira.


    A comunicação social (falada e escrita) tem vindo a vulgarizar as palavras negoceio, negoceias, negoceie, etc. Há alguma fonte fidedigna que legitime esta maneira irregular de conjugar o verbo negociar?