Pesquisa nas Definições por:

    reenviou

    refletir | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Reenviar....


    remeter | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Mandar, enviar....


    remisso | adj. | adj. n. m.

    Que demora a fazer algo (ex.: funcionário remisso)....


    remissa | n. f.

    Quantia reposta por um parceiro, no jogo do voltarete e noutros jogos....


    remissivo | adj.

    Que remete para outro ponto....


    reenvio | n. m.

    Ato ou efeito de reenviar....


    reencaminhar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Encaminhar ou encaminhar-se novamente....


    Ato ou efeito de reencaminhar ou de encaminhar para destinatário ou endereço diferente (ex.: reencaminhamento de encomendas; reencaminhamento de uma mensagem)....


    remitir | v. tr. | v. intr.

    Perdoar....


    reflex | adj. 2 g. 2 núm. | n. m. 2 núm.

    Diz-se de um sistema de visão fotográfica caracterizado pelo reenvio da imagem a um vidro fosco por meio dum espelho inclinado a 45°....


    devolver | v. tr.

    Fazer devolução de....


    eco | n. m.

    Repetição de um som reenviado por um corpo duro....


    remessa | n. f.

    Ato ou efeito de remeter....



    Dúvidas linguísticas


    1. Mal-formação ou malformação genética? Plural: malformações? 2. Como é mais correto: má perfusão ou mal-perfusão? Ex.: "hipofluorescência por má perfusão sub-retiniana compatível com degeneração miópica" // "hipofluorescência por mal-perfusão sub-retiniana compatível com atrofia central areolar".


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.