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progresso

pregresso | adj.

Decorrido anteriormente (ex.: conflitos familiares pregressos; carreira pregressa)....


provecto | adj.

Que tem feito progresso (ex.: aluno provecto)....


Que faz progressos, que progride....


Diz-se do progresso que vai sucessivamente aplicando novos processos que substituem e inutilizam os inventos anteriores....


A sociedade não estaciona; o progresso caminha sempre....


dinâmica | n. f.

Conjunto de forças que visam o desenvolvimento ou o progresso de algo....


imobilismo | n. m.

Oposição sistemática ao progresso....


adiantamento | n. m.

Avanço; progresso; melhoramento; atrevimento....


progressista | adj. 2 g. | n. 2 g.

Que professa ideias de progresso....


progresso | n. m.

Marcha ou movimento para diante....


reacção | n. f.

Movimento que se opõe ao progresso político ou social ou que pretende restabelecer regimes ou instituições anteriores....


ronceirice | n. f.

Oposição ou aversão ao progresso ou ao desenvolvimento; posição retrógrada....


rotina | n. f.

Índole conservadora ou oposta ao progresso....


romeiro | n. m.

Defensor de grandes ideias (ex.: romeiro do progresso)....


Resultado dos progressos da humanidade na sua evolução social e intelectual....


fomentista | n. 2 g.

Pessoa que promove o progresso material....


fomento | n. m.

Desenvolvimento (de progressos materiais, pela acção benéfica dos governos)....


neofobia | n. f.

Horror pelo que é novo ou pelo progresso....



Dúvidas linguísticas



Gostaria de saber qual é o plural de pneumotórax: pneumotóraxes ou pneumotóraces?
A palavra pneumotórax é considerada uma palavra de dois números ou invariável, isto é, o seu plural deverá ser igual ao singular.

Segundo a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra (Lisboa, Edições João Sá da Costa, 1998, p. 180), as palavras paroxítonas ou graves (palavras cujo acento de intensidade recai na penúltima sílaba) terminadas em -x (ex.: clímax, córtex, tórax) são invariáveis em número, seguindo a mesma regra das palavras paroxítonas terminadas em -s (ex.: lápis, oásis). Sendo assim, a sua forma mantém-se inalterada quer estejam no singular (ex.: córtex cerebral, um lápis, o pneumotórax) quer estejam no plural (ex.: córtex cerebrais, dois lápis, os pneumotórax).

Este não é, no entanto, um assunto consensual, havendo dicionários (nomeadamente brasileiros) que registam plural para palavras graves terminadas em -x. O Dicionário Houaiss, por exemplo, na sua edição portuguesa (Lisboa: Círculo de Leitores, 2002) regista córtex e pneumotórax como substantivos invariáveis, enquanto na edição brasileira (Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001) regista os plurais córtices e pneumotóraces.

Adenda de 15-09-2010: Esta flutuação, principalmente em dicionários e vocabulários brasileiros, parece ser menor a partir da última edição do Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras (5.ª edição, 2009), uma vez que os dicionários brasileiros com edições posteriores registam grande parte destas palavras como substantivos invariáveis, seguindo a opção da Academia Brasileira de Letras (veja-se a edição do Dicionário Houaiss de 2009, por exemplo).




"de que" ou apenas "que"? E.g.: "foram avisados que" ou "foram avisados de que"?
Nenhuma das formulações apresentadas pode ser considerada errada, apesar de a expressão "foram avisados de que" ser mais consensual do que a expressão em que se omite a preposição.

Para uma análise desta questão, devemos referir que os exemplos dados estão na voz passiva, mas a estrutura sintáctica do verbo é a mesma do verbo na voz activa, onde, no entanto, é mais fácil observar a estrutura argumental do verbo:

Eles foram avisados do perigo. (voz PASSIVA) = Ele avisou-os do perigo. (voz ACTIVA)
Eles foram avisados de que podia haver perigo. (voz PASSIVA) = Ele avisou-os de que podia haver perigo. (voz ACTIVA)

Trata-se de um verbo bitransitivo, que selecciona um complemento directo ("os", que na voz passiva corresponde ao sujeito "Eles") e um complemento preposicional, neste caso introduzido pela preposição "de" ("do perigo" ou "de que podia haver perigo"). Nas frases em que o complemento preposicional contém uma frase completiva introduzida pela conjunção "que" (ex.: "avisou-os de que" ou "foram avisados de que"), é frequente haver a omissão da preposição "de" (ex.: "avisou-os que" ou "foram avisados que"), mas este facto, apesar de ser muito frequente, é por vezes condenado por alguns puristas da língua.


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