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canídeos

cânidas | n. m. pl.

O mesmo que canídeos....


dingo | n. m.

Canídeo selvagem australiano....


cinomose | n. f.

Virose contagiosa que ataca os canídeos, podendo afectar as vias respiratórias e o sistema nervoso....


brucelose | n. f.

Doença provocada por uma brucela, transmitida por bovinos, canídeos, caprinos, ovinos ou suínos, e que pode causar febre, fadiga, dores musculares e sudação no homem e abortos epizoóticos nos outros animais; febre ondulante....


canídeo | adj. | n. m. | n. m. pl.

Relativo aos canídeos....


raposa | n. f. | adj. 2 g. n. 2 g.

Mamífero carnívoro, da família dos canídeos (Canis vulpes), que compreende animais de cauda espessa e focinho pontiagudo....


aguará | n. m.

Mamífero omnívoro (Chrysocyon brachyurus) da família dos canídeos, de pelagem avermelhada com uma melena escura no cachaço e zonas brancas na garganta, no interior das orelhas e na ponta da cauda, patas compridas, finas e mais escuras nas extremidades, nativo da América do Sul....


aguaraçu | n. m.

Mamífero omnívoro (Chrysocyon brachyurus) da família dos canídeos, de pelagem avermelhada com uma melena escura no cachaço e zonas brancas na garganta, no interior das orelhas e na ponta da cauda, patas compridas, finas e mais escuras nas extremidades, nativo da América do Sul....


lobinho | n. m.

Mamífero omnívoro (Cerdocyon thous) da família dos canídeos, de pelagem cinzenta acastanhada, mais escura na cauda e nas extremidades das patas, de hábitos nocturnos, encontrado no norte e no centro da América do Sul....


graxaim | n. m.

Mamífero omnívoro (Cerdocyon thous) da família dos canídeos, de pelagem cinzenta acastanhada, mais escura na cauda e nas extremidades das patas, de hábitos nocturnos, encontrado no norte e no centro da América do Sul....


aguaraxaim | n. m.

Mamífero omnívoro (Cerdocyon thous) da família dos canídeos, de pelagem cinzenta acastanhada, mais escura na cauda e nas extremidades das patas, de hábitos nocturnos, encontrado no norte e no centro da América do Sul....


lobo | n. m.

Mamífero carnívoro (Canis lupus) da família dos canídeos, com pelagem cinzenta amarelada, que vive nas florestas da Europa, da Ásia e da América....


guará | n. m.

Mamífero omnívoro (Chrysocyon brachyurus) da família dos canídeos, de pelagem avermelhada com uma melena escura no cachaço e zonas brancas na garganta, no interior das orelhas e na ponta da cauda, patas compridas, finas e mais escuras nas extremidades, nativo da América do Sul....


guaraxaim | n. m.

Mamífero omnívoro (Cerdocyon thous) da família dos canídeos, de pelagem cinzenta acastanhada, mais escura na cauda e nas extremidades das patas, de hábitos nocturnos, encontrado no norte e no centro da América do Sul....


febre | n. f. | n. f. pl.

Doença provocada por uma brucela, transmitida por bovinos, canídeos, caprinos, ovinos ou suínos, e que pode causar febre, fadiga, dores musculares e sudação no homem e abortos epizoóticos nos outros animais....


lobo-guará | n. m.

Mamífero omnívoro (Chrysocyon brachyurus) da família dos canídeos, de pelagem avermelhada com uma melena escura no cachaço e zonas brancas na garganta, no interior das orelhas e na ponta da cauda, patas compridas, finas e mais escuras nas extremidades, nativo da América do Sul....


Doença provocada por uma brucela, transmitida por bovinos, canídeos, caprinos, ovinos ou suínos, e que pode causar febre, fadiga, dores musculares e sudação no homem e abortos epizoóticos nos outros animais; febre ondulante....


Mamífero (Lycalopex vetulus) de pequeno porte da família dos canídeos, de pelagem curta acinzentada no dorso e amarelada no ventre, ponta da cauda preta, patas finas, nativo do Brasil, que se alimenta de pequenos vertebrados e insectos....


Mamífero omnívoro (Cerdocyon thous) da família dos canídeos, de pelagem cinzenta acastanhada, mais escura na cauda e nas extremidades das patas, de hábitos nocturnos, encontrado no norte e no centro da América do Sul....



Dúvidas linguísticas



O correto é escrever " Viemos " ou "Vimos" através desta...?
O verbo vir é muito usado na correspondência formal ou institucional para introduzir o assunto, em expressões como "venho por este meio requerer..." ou "venho através desta solicitar...", ou "vimos por este meio requerer..." ou "vimos através desta solicitar...", com um remetente colectivo (por exemplo, um grupo de cidadãos) ou com o uso do plural majestático ou de modéstia. Habitualmente, como se trata de correspondência no presente, é utilizado o presente do indicativo (ex.: vimos) e não o pretérito perfeito (ex.: viemos), a não ser que esteja a ser relatado um facto passado (ex.: no mês passado, viemos solicitar...).



Gostaria de saber qual é a diferença entre haver e ter, quando estes verbos são utilizados como auxiliares: eu tinha dito/eu havia dito, ele tinha feito/ele havia feito. Também gostaria de saber se há diferença entre o português luso do português do Brasil.
Os verbos ter e haver são sinónimos como auxiliares de tempos compostos e são usados nos mesmos contextos sem qualquer diferença (ex.: eu tinha dito/eu havia dito); sendo que a única diferença é a frequência de uso, pois, tanto no português europeu como no português brasileiro, o verbo ter é mais usado.

Estes dois verbos têm também uso em locuções verbais que não correspondem a tempos compostos de verbos e aí há diferenças semânticas significativas. O verbo haver seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo permite formar locuções verbais que indicam valor futuro (ex.: havemos de ir a Barcelona; os corruptos hão-de ser castigados), enquanto o verbo ter seguido da preposição de e de outro verbo no infinitivo forma locuções que indicam uma obrigação (ex.: temos de ir a Barcelona; os corruptos têm de ser castigados).

Note-se uma diferença ortográfica entre as normas brasileira e portuguesa relativa ao verbo haver seguido da preposição de: no português europeu, as formas monossilábicas do verbo haver ligam-se por hífen à preposição de (hei-de, hás-de, há-de, hão-de) enquanto no português do Brasil tal não acontece (hei de, hás de, há de, hão de). Esta diferença é anulada com a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990, uma vez que deixa de haver hífen neste contexto (isto é, em qualquer das variedades deverão ser usadas apenas as formas hei de, hás de, há de, hão de).

Para outras diferenças entre as normas europeia e brasileira, queira, por favor, consultar outra resposta sobre o mesmo assunto em variedades de português.


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