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    Pesquisa nas Definições por:

    bugios

    bugia | n. f.

    Fêmea do bugio....


    bugiaria | n. f.

    Modos de bugio ou de macaco....


    bugio | n. m.

    Designação comum às espécies de primatas....


    bugiganga | n. f.

    Objeto de pouco valor, geralmente de pequena dimensão....


    Conjunto de ilhas que constitui uma subdivisão de um arquipélago (ex.: o Bugio é uma ilha do subarquipélago das ilhas Desertas, no arquipélago da Madeira)....


    Ave (Pterodroma deserta) da família dos procelariídeos....


    símio | n. m. | adj.

    Bugio, macaco, mono....


    bugiado | adj.

    Que se assemelha a um bugio....


    Planta (Sedum acre) da família das crassuláceas, de pequenas folhas carnudas e flores amarelas....


    bugiar | v. intr.

    Fazer bugiaria; agir como bugio ou macaco....


    macaco | n. m. | adj.

    Mamífero quadrúmano da ordem dos primatas, de face nua, com mãos e pés preênseis terminados por unhas....


    mono | n. m. | adj.

    Designação comum às espécies de primatas....



    Dúvidas linguísticas


    A utilização de aspas dentro de aspas é correta, como quando, por exemplo, se realça uma palavra dentro de uma citação, ou se cita algo dentro de outra citação? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei" (palavras realçadas). Um deles está bem perto, que é o do art. 42, § 1.º" (fim de citação). Outras dúvidas relacionadas: O que fazer quando a palavra realçada for a última da citação, fazendo com que as aspas de uma e outra coincidam? Utilizam-se uma ou duas aspas no final da frase? Exemplo: "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei". ou "Nos casos do art. 41 há referência aos "casos expressos em lei"". As aspas vêm antes ou depois do ponto final numa citação? Exemplo: "Eu adoro chocolate". ou "Eu adoro chocolate."


    Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda.

    Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia.
    Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral?

    Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences.
    Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.