Significado de partilhara-se-ta

    A forma partilhara-se-tapode ser [primeira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de partilharpartilhar] ou [terceira pessoa singular do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de partilharpartilhar].

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    partilharpartilhar
    ( par·ti·lhar

    par·ti·lhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer partilha ou a divisão em partes de. = COMPARTILHAR, COMPARTIR, DISTRIBUIR, DIVIDIR, REPARTIR

    2. Ter ou experienciar os mesmos sentimentos, ideias ou pontos de vista (ex.: partilhamos as alegrias e os desgostos; não partilho dessa opinião). = PARTICIPAR

    3. Ter as mesmas características que outro (ex.: partilham a mesma teimosia).

    4. Narrar a alguém um sentimento ou uma experiência (ex.: nunca partilhou o segredo). = CONTAR, REVELAR

    5. [Informática] [Informática] Tornar acessível ou visível a outros utilizadores de uma rede ou através de uma aplicação (ex.: partilhar o ecrã; partilhar uma hiperligação; partilhar um ficheiro). = COMPARTILHAR

    etimologiaOrigem:partilha + -ar.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: pastilhar.

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    Esta palavra no dicionário

    Que não é ou deixou de ser comparticipado; cujo custo deixou de ser partilhado com uma entidade, geralmente estatal (ex.: medicamento descomparticipado)....


    Que partilha o mesmo cório e a mesma placenta (ex.: gravidez gemelar monocoriónica)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "partilhara-se-ta" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?