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novelo-da-china

novelo-da-chinanovelo-da-china | n.
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novelo-da-china novelo-da-china


nome

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© DA . 742 Segunda-feira, 30 de Agosto de 2021 J á os ventos confundem o calendário Nosso é um sono prometido a ninguém Tocam-se os elementos, gargalham crianças Quem botou fogo ao Sol, que se acuse Esta é a era das listas diárias de mortos & infectados, veio da China esta moda, nascer agora é capaz

Em daniel abrunheiro

habitações aos mais variados modos e gostos de vida – um dos factores provados da sustentabilidade do habitar. E salienta-se que, na altura, vivíamos ainda, nos ateliers de Arquitectura, o tempo do vegetal, da tinta da china e da lâmina para raspar a mesma tinta, não existindo as atuais, dinâmicas e

Em infohabitar - o blog do grupo habitar

protagonistas (Rússia e China ) aparecessem a ajudar os país mais fustigados como foi, por exemplo, o caso da Itália. Se a Europa como continente, e a União Europeia como realidade política , não foram capazes de darem resposta cabal ao problema nem preparar o futuro, mostrando que há na Europa várias Europas

Em Depois Falamos

arcada é hoje opaca, glaucomou a massa nublada, altas águas por cima, gelo por baixo nós, disputam algures na China o World Open de snooker , ontem ri-me com gosto, recuperei da net um colóquio sobre o grande Cortázar, o grande Carlos Fuentes era um dos da mesa mas foi Aurora Bernárdez quem fez sorrir o

Em daniel abrunheiro

, regressou da China , em 1964, à procura do marido que entretanto se casara com uma javanesa, de quem tinha uma filha. Só neste parágrafo se vê a complexidade da narrativa que eu estou a simplificar. Cabe explicar que à senhora, na sequência da invasão pelos nipónicos, o marido enviou-a para a China , para

Em aquem-tejo.blogs.sapo.pt
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Dúvidas linguísticas


No programa de hoje da R.T.P. " Bom Dia Portugal" na rubrica "Em bom português", questiona-se se deve dizer: duzentas gramas ou duzentos gramas? Afirma-se que a resposta correcta é: "duzentos gramas" porque grama é um submúltiplo do quilograma. Ora, eu tenho apenas a quarta classe do ensino primário de 1951, mas nesse tempo aprendi que grama, metro, caloria, etc. são unidades e quilograma, quilómetro, quilocaloria, etc, são múltiplos com mil unidades. Como gosto de falar o melhor Português, (dentro das minhas limitações literárias) gostaria de obter uma explicação, mais convincente ou de saber se, pela mesma razão, deve dizer-se "duzentos calorias"?
De facto, o argumento referido é pouco claro. O motivo por que a resposta é "duzentos gramas" é porque grama, enquanto unidade de medida, é um substantivo masculino, como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa. É por essa razão que quilograma, formado pela junção do prefixo quilo- ao substantivo grama, é masculino, e não o contrário.



Se me permitem, vou transcrever-vos duas frases que me surgiram e alterei, por senti-las erradas. Agradeço antecipadamente a vossa ajuda. Frase 1: A estabilidade e a sincronização facultam-nos o grau de previsibilidade que precisamos para funcionarmos como indivíduos em grupos sociais e especialmente na economia. Para além de ter corrigido o que precisamos - parece-me que deve ser de que precisamos, lá vem a grande questão. Transformei o funcionarmos em funcionar. De que precisamos para funcionar. Puro instinto, e espero que acertado. Há uma regra geral? Frase 2: E das velhinhas enregeladas, nas escadarias dos edifícios públicos, a tentar vender uma esferográfica ou uma pega de cozinha – os seus únicos pertences. Aqui foi o contrário. Achei que o correcto seria a tentarem vender.
As dúvidas colocadas relativamente às frases 1 e 2 dizem essencialmente respeito ao uso do infinitivo pessoal (ou flexionado) e do infinitivo impessoal (ou não flexionado).

A alteração na frase 1 de "para funcionarmos" para "para funcionar" na oração final não é obrigatória, mas é possível por questões de eufonia e por se tratar do mesmo sujeito da oração relativa (que [nós] precisamos) de que depende; sobre este assunto, por favor consulte a resposta infinitivo em orações adverbiais finais (de notar que se o sujeito estivesse explícito na oração final, esta alteração não seria possível: *o grau de previsibilidade que precisamos para nós funcionar).

A alteração na frase 2 de "velhinhas [...] a tentar vender" para "velhinhas [...] a tentarem vender" também não é obrigatória, e terá igualmente causas eufónicas, uma vez que, neste contexto de infinitivo antecedido da preposição a e sem verbo auxiliar, pode ocorrer tanto o infinitivo pessoal como o infinitivo impessoal. Este tipo de estrutura pode ser substituído por um gerúndio (ex.: "velhinhas [...] tentando vender"), pelo que se designa por infinitivo gerundivo (cf. Maria Helena Mira MATEUS et al., Gramática da Língua Portuguesa, Lisboa: Editorial Caminho, 5.ª ed., 2003, pp. 643-645) e também por infinitivo de narração ou infinitivo histórico (cf. Celso CUNHA e Lindley CINTRA, Nova Gramática do Português Contemporâneo, Lisboa: Sá da Costa, p. 483 e Evanildo BECHARA, Moderna Gramática Portuguesa, Rio de Janeiro: Lucerna, 37.ª ed., 2002, p. 284 e p. 528).

Relativamente à alteração de "que precisamos" para "de que precisamos", por favor consulte as respostas convencido de que e regência de precisar.

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Palavra do dia

pi·na·co·te·ca |é|pi·na·co·te·ca |é|


(latim pinacotheca, -ae, do grego pinakothêke, -és)
nome feminino

1. Museu de obras de pintura.

2. Colecção de obras de pintura.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/novelo-da-china [consultado em 18-05-2022]