Significado de nadarmos-vo-las

    A forma nadarmos-vo-laspode ser [primeira pessoa plural do futuro do conjuntivo de nadarnadar] ou [primeira pessoa plural infinitivo flexionado de nadarnadar].

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    nadarnadar
    ( na·dar

    na·dar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo intransitivo

    1. Flutuar e mover-se na água (ajudando-se com os braços e as pernas).

    2. Boiar.

    3. Estar submerso.

    4. [Figurado] [Figurado] Engolfar-se.

    5. Ter abundantemente o gozo de.

    etimologiaOrigem:latim nato, -are.

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    Que abona; que serve para abonar....


    cavo | adj.

    Que tem uma concavidade....


    e | conj. coord.

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    Que não sofreu nada no perigo; são e salvo....


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      Dúvidas linguísticas


      Na frase "o cão rosnou "entre dentes", escreve-se "entre dentes" ou "entredentes" ou "entre-dentes"? No dicionário da Porto Editora encontrei "entredente" a referir-se a engrenagens dentadas. De resto parece-me que a opção correcta é "entre dentes".


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.