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mal-usar

A forma mal-usarpode ser [infinitivo de usarusar], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de usarusar], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de usarusar], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de usarusar], [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de usarusar] ou [verbo transitivo].

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mal-usarmal-usar
( mal·-u·sar

mal·-u·sar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Usar mal.

2. Abusar.

3. Empregar mal.

etimologiaOrigem etimológica: mal + usar.
usarusar
( u·sar

u·sar

)
Conjugação:regular.
Particípio:regular.


verbo transitivo

1. Pôr em uso, pôr em prática. (Usa-se também com a preposição de.)

2. Costumar, ter por hábito.

3. Empregar, servir-se de.

4. Deteriorar pelo uso, cotiar.

5. Trazer habitualmente.


verbo pronominal

6. Deteriorar-se, gastar-se com o uso.

7. Estar em moda ou em costume.

mal-usar


Dúvidas linguísticas



Ao pesquisar a palavra BIBLIOTECÁRIO abaixo aparece " (latim bibliothecarius, -ii)". Preciso saber o que significa esse "-ii"?
Na maioria das palavras que derivam de nomes (ou substantivos) latinos, o Dicionário Priberam apresenta esses nomes enunciando-os com o nominativo, seguido de vírgula e da forma do genitivo, representada pela sua terminação. É o caso da etimologia de bibliotecário, em que o latim bibliothecarius corresponde à forma do nominativo e bibliothecarii, representado no dicionário pela terminação -ii, corresponde à forma do genitivo.



Gostaria de informar-lhes a respeito do nome "álibi" encontrado em vossa página. Consta, que "álibi" é uma palavra acentuada por ser uma palavra proparoxítona. Porém, devido ao latinismo, a mesma não apresenta nenhum tipo de acentuação. Para verificação da regra gramatical, ver MODERNA GRAMÁTICA PORTUGUESA, 37a. edição, EVANILDO BECHARA, página 92.
A palavra esdrúxula (ou proparoxítona) álibi corresponde ao aportuguesamento do latinismo alibi, que significaem outro lugar”. O étimo latino, cuja penúltima vogal é breve, justifica a consagração desta forma com acento gráfico, sendo que o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves (Coimbra: Coimbra Editora, 1966) e o Grande Vocabulário da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado (Lisboa: Âncora Editora, 2001) referem, respectivamente, que é inexacta ou incorrecta, a forma aguda (ou oxítona) alibi. A Moderna Gramática Portuguesa, de Evanildo Bechara (37ª ed. revista e ampliada, Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002), regista a forma alibi, mas marca-a como latinismo, isto é, como forma cuja grafia é a mesma do étimo latino, não respeitando as regras ortográficas do português que obrigam à acentuação gráfica de todas as palavras esdrúxulas. O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea da Academia das Ciências de Lisboa parece ser o único dicionário de língua portuguesa que regista a forma alibi (como palavra grave e com a correspondente transcrição fonética diferente de álibi), averbando-a em linha a seguir a álibi, como variante não preferencial (segundo as indicações da introdução dessa obra).