Significado de guardasse-se-te

    A forma guardasse-se-tepode ser [primeira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de guardarguardar] ou [terceira pessoa singular do pretérito imperfeito do conjuntivo de guardarguardar].

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    guardarguardar
    ( guar·dar

    guar·dar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Estar de guarda a.

    2. Ter (alguém ou alguma coisa) em sua guarda.

    3. Conservar (alguma coisa) para o fim a que se destina.

    4. [Informática] [Informática] Registar dados num suporte (ex.: guarde o ficheiro sempre que fizer alterações). = GRAVAR, SALVAR

    5. Arrecadar; conter, encerrar.

    6. Acompanhar (a outrem) para proteger.

    7. Observar, não infringir, cumprir.

    8. Diferir; deixar.

    9. Pastorear.

    verbo pronominal

    10. Acautelar-se.

    11. Resguardar-se.

    12. Reservar-se.

    13. Esperar.

    14. Abster-se.

    15. Defender-se.

    16. Livrar-se.

    etimologiaOrigem:latim tardio guardare, de uma forma germânica *wardon.

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    Esta palavra no dicionário

    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    guardonho | adj.

    Que é muito apegado ao dinheiro ou que gasta pouco....


    tuitivo | adj.

    Que defende; próprio para defesa....


    velado | adj.

    Coberto com véu....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      No corrector do Flip 7 defrontei-me com um erro assinalado em "karateca". Por outro lado "carateca" não é considerado como erro. Em português de Portugal, isto a fazer fé no dicionário de Português da Porto Editora, o praticante de "karaté" é um "karateca". Ao que parece, no Brasil, um praticante de "karaté" é um "carateca". Portanto acho que a palavra "karateca" deveria ser incluída no léxico de português de Portugal, e deveria ser eliminada a palavra "carateca" por pertencer ao léxico brasileiro. É óbvio que isto tem a ver com opções difíceis na grafia das palavras de origem estrangeira.