Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
Este site utiliza cookies. Ao continuar no site está a consentir a sua utilização. Saiba mais...
pub
pub
pub
pub

pub
gradogrado | s. m.
gradogrado | s. m.
-grado-grado | elem. de comp.
-grado-grado | elem. de comp.
gradogrado | adj.
1ª pess. sing. pres. ind. de gradargradar
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

gra·do gra·do 3
(latim gradus, -us, passo, marcha)
nome masculino

1. Unidade de medida de um ângulo plano que corresponde à centésima parte de um ângulo recto.

2. [Antigo]   [Antigo]  Andadura, passo.


gra·do gra·do 2
(latim gratus, -a, -um, agradável, encantador, grato, reconhecido)
nome masculino

1. Vontade.

2. Concessão sem constrangimento.

3. Prémio, galardão, recompensa.


de bom grado
Com vontade; voluntariamente e com gosto.

de mau grado
Contra vontade; sem gosto. [Confrontar: mal-grado.]


-grado -grado 2
(latim gradus, -us, passo, marcha)
elemento de composição

Exprime a noção de andadura, passo.


-grado -grado 1
(latim gradus, -us)
elemento de composição

Exprime a noção de passo ou andamento (ex.: lentígrado).


gra·do gra·do 1
(latim granatus, -us, abundante em grãos, granuloso)
adjectivo
adjetivo

1. Grande ou bem desenvolvido (ex.: batatas gradas). = GRAÚDO, MEDRADOMIÚDO

3. Grave, importante, nobre.


gra·dar gra·dar 2 - ConjugarConjugar
(grado, graúdo, grande + -ar)
verbo intransitivo

Tornar-se grado. = CRESCER, GRADECER


gra·dar gra·dar 3 - ConjugarConjugar
(grado, vontade, gosto + -ar)
verbo intransitivo

Parecer bem ou corresponder ao que se espera. = AGRADAR, SATISFAZER


gra·dar gra·dar 1 - ConjugarConjugar
(grade + -ar)
verbo transitivo

[Agricultura]   [Agricultura]  Aplanar e esterroar uma superfície com a grade (ex.: gradar a terra lavrada). = AGRADAR

pub

Auxiliares de tradução

Traduzir "grado" para: Espanhol | Francês | Inglês

Parecidas

Palavras vizinhas

Esta palavra em blogues

Ver mais
Blogues do SAPO

Esta palavra no Twitter

Dúvidas linguísticas


Questiona-se muito, nos dias de hoje, a existência ou não, na língua portuguesa, da locução Na medida em que. Afinal é uma expressão que existe ou não?
A locução na medida em que vem registada em dicionários de língua que habitualmente registam locuções nos seus verbetes (por exemplo, no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciência/Verbo, 2001 e no Dicionário Houaiss, do Círculo de Leitores, 2002). Não há qualquer razão linguística para não usar a referida locução, a não ser a sensibilidade e a capacidade de opção do utilizador da língua.



Uma professora minha disse que nunca se podia colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo. É verdade?
Sobre o uso da vírgula em geral, por favor consulte a dúvida vírgula antes da conjunção e. Especificamente sobre a questão colocada, de facto, a indicação de que não se pode colocar uma vírgula entre o sujeito e o verbo é verdadeira. O uso da vírgula, como o da pontuação em geral, é complexo, pois está intimamente ligado à decomposição sintáctica, lógica e discursiva das frases. Do ponto de vista lógico e sintáctico, não há qualquer motivo para separar o sujeito do seu predicado (ex.: *o rapaz [SUJEITO], comeu [PREDICADO]; *as pessoas que estiveram na exposição [SUJEITO], gostaram muito [PREDICADO]; o asterisco indica agramaticalidade). Da mesma forma, o verbo não deverá ser separado dos complementos obrigatórios que selecciona (ex.: *a casa é [Verbo], bonita [PREDICATIVO DO SUJEITO]; *o rapaz comeu [Verbo], bolachas e biscoitos [COMPLEMENTO DIRECTO]; *as pessoas gostaram [Verbo], da exposição [COMPLEMENTO INDIRECTO]; *as crianças ficaram [Verbo], no parque [COMPLEMENTO ADVERBIAL OBRIGATÓRIO]). Pela mesma lógica, o mesmo se aplica aos complementos seleccionados por substantivos (ex. * foi a casa, dos avós), por adjectivos (ex.: *estava impaciente, por sair) ou por advérbios (*lava as mãos antes, das refeições), que não deverão ser separados por vírgula da palavra que os selecciona.

Há, no entanto, alguns contextos em que pode haver entre o sujeito e o verbo uma estrutura sintáctica separada por vírgulas, mas apenas no caso de essa estrutura poder ser isolada por uma vírgula no início e no fim. Estes são normalmente os casos de adjuntos nominais (ex.: o rapaz, menino muito magro, comeu muito), adjuntos adverbiais (ex.: o rapaz, como habitualmente, comeu muito), orações subordinadas adverbiais (ex.: as pessoas que estiveram na exposição, apesar das más condições, gostaram muito), orações subordinadas relativas explicativas (ex.: o rapaz, que até não tinha fome, comeu muito).

pub

Palavra do dia

qui·es·cen·te qui·es·cen·te
(latim quiescens, -entis, particípio presente de quiesco, -ere, repousar, descansar; estar calmo)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

Que descansa; que está em sossego. = QUIETO, TRANQUILO

pub

Mais pesquisadas do dia

Siga-nos



in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/grado [consultado em 23-09-2020]