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gelozinho

A forma gelozinhoé [derivação masculino singular de gelogelo].

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gelogelo
|ê| |ê|
( ge·lo

ge·lo

)
Imagem

Estado sólido da água.


nome masculino

1. Estado sólido da água.Imagem

2. Porção de água gelada.Imagem

3. Aplicação de água gelada ou de compressas ou bolsas geladas numa parte do corpo (ex.: o gelo local funciona como analgésico; tenho de fazer gelo de manhã e à noite).

4. [Figurado] [Figurado] Frio excessivo.

5. [Figurado] [Figurado] Indiferença; insensibilidade.


dar um gelo em

[Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Tratar com frieza ou indiferença.

de gelo

[Figurado] [Figurado] Muito frio; insensível.

gelo carbónico

[Química] [Química]  O mesmo que O mesmo que remissão..

gelo seco

[Química] [Química]  Designação dada ao dióxido de carbono (CO2) solidificado, usado como agente de arrefecimento. = GELO CARBÓNICO, NEVE CARBÓNICA

pôr no gelo

[Brasil, Informal] [Brasil, Informal] O mesmo que dar um gelo em.

quebrar o gelo

Dizer ou fazer algo para iniciar o contacto com alguém desconhecido de modo a tornar o ambiente social mais acolhedor ou relaxado.

etimologiaOrigem etimológica:latim gelus, -us.
gelozinhogelozinho

Anagramas



Dúvidas linguísticas



Negocia ou negoceia? Em português de Portugal, a 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo é negocia ou negoceia? Aprendi na escola (portuguesa) e sempre disse negoceia e qual o meu espanto que aqui, na Priberam, aparece o vocábulo negocia na conjugação do verbo. Como no corrector de português de Portugal a expressão Ele negocia não apresenta erro, deduzo que as duas formas estarão correctas. Se por aqui, no Brasil, o termo usado é negocia, pergunto qual o termo que um português deve aplicar.
No português de Portugal é aceite a dupla conjugação do verbo negociar nas formas do presente do indicativo (negocio/negoceio, negocias/negoceias, negocia/negoceia, negociam/negoceiam), do presente do conjuntivo (negocie/negoceie, negocies/negoceies, negocie/negoceie, negociem/negoceiem) e do imperativo (negocia/negoceia, negocie/negoceie, negociem/negoceiem), ao contrário do português do Brasil, que apenas permite a conjugação com a vogal temática -i- e não com o ditongo -ei- (negocio, negocias, etc.).

A mesma diferença de conjugação entre as duas normas do português (europeia e brasileira) apresentam os verbos derivados de negociar (desnegociar, renegociar), bem como os verbos agenciar, cadenciar, comerciar, diligenciar, licenciar, obsequiar e premiar.




Ao utilizar o vosso dicionário, obtive o seguinte resultado para a palavra amoníaco: do Lat. ammoniacu < Gr. ammoniakón s. m., gás incolor, de cheiro intenso, sabor acre e com efeitos lacrimogéneos; gás composto de azoto e hidrogénio, que se encontra na urina e nas matérias em decomposição. A partir de lacrimogéneos obtive: masc. plu. de lacrimogéneo, do Lat. lacrima + Gr. gen, r. de gígnomai, gerar. No entanto a palavra lacrimogéneo não aparece no vosso dicionário, mas sim lacrimogénio (com i em vez de e): adj., que provoca ou produz lágrimas; que faz chorar. Assim, gostaria de saber se existem as duas formas ou se uma se encontra errada.
Como muito bem observou, a informação disponibilizada não é coerente. De facto, não se pode dizer que a forma lacrimogénio seja errada, mas, sendo possível, é uma variante de lacrimogéneo, menos usada e praticamente não registada em dicionários e vocabulários de língua portuguesa.

O DPLP deveria ter registado a entrada lacrimogéneo (e lacrimogénio, a ser registado, deveria remeter para lacrimogéneo, sendo esta última a forma preferencial).