Significado de gadanhas-lhe

    A forma gadanhas-lhepode ser [feminino plural de gadanhagadanha] ou [segunda pessoa singular do presente do indicativo de gadanhargadanhar].

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    gadanhargadanhar
    ( ga·da·nhar

    ga·da·nhar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    Cortar (feno, etc.) com gadanha.

    etimologiaOrigem:gadanha + -ar.

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    gadanhagadanha
    ( ga·da·nha

    ga·da·nha

    )

    nome feminino

    1. Colher grande, funda e de cabo comprido, geralmente usada para servir sopa ou outros alimentos líquidos. = CAÇO, CONCHA

    2. [Agricultura] [Agricultura] Utensílio composto por um cabo longo e direito que termina com uma lâmina larga disposta perpendicularmente, um pouco curva na ponta, usado para segar ervas de pasto ou feno. = GADANHO

    3. [Portugal, Popular] [Portugal, Popular] Mão (ex.: deitou a gadanha à filha da vizinha; tira daí a gadanha). = GADANHO


    gadanha mecânica

    •Máquina agrícola destinada a cortar ervas de pasto ou feno. = GADANHEIRA

    etimologiaOrigem:etimologia duvidosa.

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    Auxiliares de tradução

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    Esta palavra no dicionário

    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....


    baranho | n. m.

    Cordão formado pela erva que se ceifa à gadanha nos lameiros....


    gadanhada | n. f.

    Golpe de gadanho ou gadanha....


    gadanheiro | n. m.

    Homem que ceifa com gadanha....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?