Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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fadofado | s. m. | s. m. pl.
1ª pess. sing. pres. ind. de fadarfadar
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fa·do fa·do
(latim fatum, -i, oráculo, previsão, profecia)
substantivo masculino

1. Força superior que se crê controlar todos os acontecimentos. = DESTINO, ESTRELA, FADÁRIO, FORTUNA, SORTE

2. Aquilo que tem de acontecer, independentemente da vontade humana. = PROFECIA, VATICÍNIO

3. [Música]   [Música]  Canção popular portuguesa, geralmente interpretada por um vocalista (fadista), acompanhado por guitarra portuguesa e por guitarra clássica. [Surgido na Lisboa popular do século XIX, e progressivamente difundido pelo resto do país, o fado tornou-se um ícone cultural de Portugal. Geralmente lento e triste, sobretudo quando fala de amor ou de saudade, o fado também pode ser animado e jovial quando aborda temas sociais ou festivos. Em 2011, a UNESCO considerou o fado património cultural e imaterial da humanidade.]

4. [Antigo, Depreciativo]   [Antigo, Depreciativo]  Vida de prostituição.

5. [Portugal: Trás-os-Montes]   [Portugal: Trás-os-Montes]  Pândega, vadiagem.


fados
substantivo masculino plural

6. Conjunto inevitável de acontecimentos, cuja ocorrência não depende da vontade dos indivíduos. = FATALIDADE

7. Forças que gerem o destino humano. = PROVIDÊNCIA

8. Fim de vida.


fa·dar fa·dar - ConjugarConjugar
verbo transitivo

1. Predestinar.

2. Determinar a sorte de.

3. Dotar.

4. Vaticinar.

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Dúvidas linguísticas


Praxe deve ler-se: "praCHe" ou "praCSE"?
O xis da palavra praxe deverá ser lido como ch, como na palavra lixo.



Alguma vez existiu a palavra quisermos com a troca do s pelo z, ou seja quizermos / quizeste?
A grafia correcta do verbo querer nunca tem z em qualquer das suas formas. Se o z surgir, trata-se de um erro ortográfico.
Actualmente, a ortografia da língua portuguesa baseia-se num conjunto de regras estabelecidas em textos legais e obras de referências (normalmente dicionários, vocabulários, gramáticas e prontuários). Na altura em que não havia acordos ortográficos consolidados nem obras de referência acessíveis era mais difícil delimitar erros ortográficos, pelo que, quanto mais recuarmos na história da língua, menos coerência encontraremos. Deste modo, é frequente encontrarmos em textos mais antigos grafias que hoje não são aceites como correctas (não é preciso recuar mais do que à primeira metade do séc. XX), pelo que formas como quizermos ou quizeste podem ter ocorrido, sem que a noção de erro ortográfico estivesse sequer presente. Uma boa ilustração deste facto são as formas históricas apresentadas pelo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (edição brasileira da Editora Objetiva, 2001; edição portuguesa do Círculo de Leitores, 2002) para o verbete querer com várias datações: “897 quesieri, sXIII querer, sXIII quero, sXIII querria, sXIII querian, sXIII quyserõ, sXIV queseres, sXIV quesisti, sXIV quizer, sXIV qujs, sXV quigera, sXV quijese, sXV quixesse, sXV quiz“.

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Palavra do dia

vin·ci·tu·ro vin·ci·tu·ro
(latim vinciturus, -a, -um, particípio futuro de vinco, -ere, vencer)
adjectivo
adjetivo

Que há-de vencer (ex.: candidato vincituro; exército vincituro).

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/fado [consultado em 26-05-2020]