Significado de estendêramos-te

    A forma estendêramos-teé [primeira pessoa plural do pretérito mais-que-perfeito do indicativo de estenderestender].

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    estenderestender
    |ê| |ê|
    ( es·ten·der

    es·ten·der

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar mais superfície a. = ALARGAR, ALONGAR

    2. Desenrolar.

    3. Esticar.

    4. Puxar.

    5. Desdobrar.

    6. Deitar ao comprido.

    7. Prolongar.

    8. Desenvolver.

    9. Propagar.

    10. Difundir.

    11. Fazer dar estenderete.

    12. [Figurado] [Figurado] Vencer em discussão.

    verbo intransitivo

    13. Dilatar-se.

    14. Cair.

    verbo pronominal

    15. Ocupar um espaço em extensão. = ALONGAR-SE, PROLONGAR-SE

    16. Alastrar-se.

    17. Cair.

    18. Estatelar-se.

    19. Divulgar-se.

    20. Durar.

    21. Fazer má figura, dizer tolices ou erros graves em lição, exame, discurso, etc. = ESPALHAR-SE

    etimologiaOrigem:latim extendo, -ere.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: ostender.

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    Esta palavra no dicionário

    comprido | adj.

    Mais longo que o preciso, o natural, ou o ordinário....


    difuso | adj.

    Difundido, espalhado....


    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    estirado | adj.

    Estendido ao comprido; extenso....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "estendêramos-te" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
      (1) Trar-se-ão a Portugal.
      ou
      (2) Trazer-se-ão a Portugal.
      Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?