Significado de empapou-se-me

    A forma empapou-se-meé [terceira pessoa singular do pretérito perfeito do indicativo de empaparempapar].

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    empaparempapar
    ( em·pa·par

    em·pa·par

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Embeber; ensopar.

    2. Reduzir a papas.

    3. Mergulhar (num líquido para que fique como papas aquilo que nele se mete).

    4. Cobrir de papas.

    5. Caldear (a farinha do malte no fabrico da cerveja).

    6. Tornar pouco violento (o golpe ou o choque de).

    7. [Figurado] [Figurado] Imbuir, incutir.

    8. Engodar, seduzir.

    9. [Brasil] [Brasil] Encher o papo (a galinha).

    verbo intransitivo

    10. Chegar a muleta ou o capote à cabeça do touro para que este fixe neles o olhar.

    verbo pronominal

    11. Reduzir-se a papas; embeber-se; ensopar-se.

    Secção de palavras relacionadas

    Esta palavra no dicionário

    empapado | adj.

    Reduzido a papa; ensopado; embebido....


    empapador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que empapa....


    empapar | v. tr. | v. intr. | v. pron.

    Embeber; ensopar....

    Histórico de pesquisas

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

      1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

      2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

      Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?