Significado de diástole

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    diástolediástole
    ( di·ás·to·le

    di·ás·to·le

    )

    nome feminino

    1. [Medicina] [Medicina] Movimento de dilatação, em que as cavidades do coração se enchem de sangue, que corresponde a um ciclo da revolução cardíaca, por oposição à sístole (ex.: diástole auricular, diástole ventricular).

    2. Dilatação da dura-máter e dos seios cerebrais.

    3. [Gramática] [Gramática] Deslocação do acento tónico para a sílaba seguinte.

    4. [Gramática] [Gramática] Transformação de uma sílaba breve em longa.

    etimologiaOrigem:francês diastole.

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    Esta palavra no dicionário

    sístole | n. f.

    Contração rítmica do coração e das artérias (por oposição a diástole)....


    acinesia | n. f.

    Intervalo entre a sístole e a diástole....


    éctase | n. f.

    Alongamento de uma sílaba breve, em especial na prosódia grega....


    Relativo a diástole (ex.: curvas sistólicas e diastólicas; pressão arterial diastólica; sopro diastólico aórtico; volume diastólico)....


    Intervalo entre a sístole e a diástole....

    Histórico de pesquisas

    A palavra "diástole" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de esclarecer algumas dúvidas relacionadas à ortografia dos vocábulos tecno-social e socioideológico. Além disso, gostaria de consultá-los sobre a ortografia de trouxada ("Ia eu, em rapazola, e mais outro, levando uma vaca caracu, trouxada e afrontada...") e iapa ("Às vezes, é o descuidado cavaleiro que já vai todo tranqüilo assobiando, quando a iapa do velho toca uma caixa de marimbondos que ferram o danado do cavalo, que dana a pular e larga o cabra na poeira.").
      Estes exemplos foram tirados de dois contos regionalistas e não encontro registro dessas palavras em nenhum dicionário.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?