Significado de desinsetiza-me

    A forma desinsetiza-mepode ser [segunda pessoa singular do imperativo de desinsectizardesinsetizardesinsetizar] ou [terceira pessoa singular do presente do indicativo de desinsectizardesinsetizardesinsetizar].

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    desinsectizardesinsetizardesinsetizar
    |sè| |sè| |sè|
    ( de·sin·sec·ti·zar de·sin·se·ti·zar

    de·sin·se·ti·zar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    Livrar de insetos. = DESINFESTAR

    etimologiaOrigem:des- + inseto + -izar.

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    sinonimo ou antonimo Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: desinsetizar.
    sinonimo ou antonimo Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: desinsectizar.
    grafiaGrafia no Brasil:desinsetizar.
    grafiaGrafia em Portugal:desinsectizar.

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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?