Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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cursorcursor | s. m. | adj. s. m.
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cur·sor |ô| cur·sor |ô|
(latim cursor, -oris, corredor, condutor)
nome masculino

1. Pequena peça móvel que corre ao longo de outra em certos instrumentos ou objectos (ex.: o cursor do fecho-ecler partiu-se).

2. [Astronomia]   [Astronomia]  Fio de micrómetro.

3. [Religião]   [Religião]  Mensageiro do papa.

4. [Antigo]   [Antigo]  Corredor do estádio.

5. [Antigo]   [Antigo]  Escravo que acompanhava a pé a carruagem do amo.

6. [Informática]   [Informática]  Ícone que indica o movimento do rato e que é usado para seleccionar comandos ou objectos no ecrã. (Equivalente no português do Brasil: ponteiro.) = APONTADOR

7. [Informática]   [Informática]  Sinal que indica num monitor (de computador, telemóvel) o local onde vai ocorrer determinada operação.

adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

8. Que ou aquele que corre. = CORREDOR

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Dúvidas linguísticas


Agradecia que me confirmassem se o superlativo absoluto sintético de pulcro é pulcríssimo.
O superlativo absoluto sintético de pulcro é pulquérrimo, derivado do superlativo latino pulcherrimus, do adjectivo pulcher, que está na origem etimológica de pulcro.



Na frase que se segue, como devem ser conjugados os verbos jogar e vibrar? Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogar e vibrar com o jogo. E nesta outra frase, o verbo tivera foi empregado de maneira correta? Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente.
Na primeira frase apresentada, os verbos jogar e vibrar deveriam estar no infinitivo pessoal: Fiquei observando Vítor, Rose e Flávia jogarem e vibrarem com o jogo. Isto deverá acontecer devido ao facto de o sujeito da oração principal ([eu] Fiquei observando) ser diferente do sujeito da oração completiva infinitiva que tem como sujeito Vítor, Rose e Flávia. Dito de outra forma e com outro exemplo, o infinitivo pessoal (forma flexionada, ex.: jogarem ou correrem) carece de sujeito próprio diferente do da oração principal (por exemplo: A mãe pediu para eles não correrem no jardim.). Se o sujeito fosse o mesmo da oração principal a oração infinitiva deveria ter um infinitivo não flexionado (Eu convenci-me a [eu] jogar futebol.).

Na segunda frase apresentada, Ana melhorou, mas tivera que ficar internada em repouso pois estava doente, o verbo está correctamente empregue. Neste caso, trata-se de uma articulação entre três tempos do passado (ou pretérito): Ana melhorou, no pretérito perfeito, indicando uma acção ou alteração perfeitamente acabada (a Ana já melhorou, não está ainda a melhorar), tivera de ficar internada, no pretérito mais-que-perfeito, indicando uma acção ou alteração que é passada e é anterior a outra acção ou tempo passados (a Ana melhorou no passado, mas num passado anterior teve de ficar internada) e estava doente, pretérito imperfeito, indicando que a acção ou alteração se prolongou no tempo (no passado, a Ana esteve doente, antes e durante o tempo em que esteve internada).

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Palavra do dia

o·ca·pi o·ca·pi
(origem africana)
nome masculino

[Zoologia]   [Zoologia]  Mamífero ruminante (Okapia johnstoni), da família dos girafídeos, mas de pescoço muito curto, com pelagem listrada na parte posterior e nas patas e cerca de um metro de altura no garrote, encontrado na República Democrática do Congo.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2020, https://dicionario.priberam.org/cursor [consultado em 19-09-2020]