Significado de creiam-se-tos

    A forma creiam-se-tospode ser [terceira pessoa plural do imperativo de crercrer] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de crercrer].

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    crercrer
    |ê| |ê|
    Conjugação:irregular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Dar fé a; acreditar.

    2. Ter para si; julgar, supor.

    verbo intransitivo

    3. Ter fé religiosa.

    verbo pronominal

    4. Julgar-se; confiar-se.

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    ícone do dicionárioVer também resposta à dúvida: "provêem" segundo o Acordo Ortográfico de 1990.

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    Esta palavra no dicionário

    agourento | adj.

    Que crê em agouros; que encerra agouro....


    alabão | adj.

    Diz-se do gado que dá crias e leite (por oposição oposição a alfeiro)....


    credível | adj. 2 g.

    Em que se pode crer....


    crível | adj. 2 g.

    Em que se pode crer....


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      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Na vossa página não compreendo a justificação para a resposta à dúvida 540: que se escreve multirriscos e não multi-riscos. Segundo o meu prontuário ortográfico, de 1990, os prefixos terminados em i são sempre separados com um hífen dos termos que começam por h, i, r e s . O prefixo multi- não é expressamente referido no prontuário. Qual a razão para nesse caso não se usar o hífen como nos demais referidos?