Significado de contratemos

    A forma contratemospode ser [primeira pessoa plural do imperativo de contratarcontratar] ou [primeira pessoa plural do presente do conjuntivo de contratarcontratar].

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    contratarcontratar
    ( con·tra·tar

    con·tra·tar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Fazer um acordo para fornecimento de produtos ou serviços, mediante um pagamento; adquirir por contrato (ex.: contratar um serviço; o ministério contratou a empreitada a uma empresa internacional). = AJUSTAR, COMBINAR, CONVENCIONAR

    2. Fazer negócio (ex.: contratam em importação há muitos anos). = COMERCIAR, NEGOCIAR

    verbo transitivo, intransitivo e pronominal

    3. Fazer um ajuste para trabalho ou emprego (ex.: o banco contratou dois advogados; a consultora está a contratar; contratou-se numa multinacional).DESPEDIR, EXONERAR

    etimologiaOrigem:contrato + -ar.

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    Anagramas

    Esta palavra no dicionário

    Cláusula cuja inexecução determina a nulidade de um contrato....


    contrato | adj.

    Que sofreu contração....


    garantido | adj.

    Afiançado; cuja boa qualidade é afiançada, sob pena de rescisão do contrato de venda....


    írrito | adj.

    Que fica sem efeito ou validade....


    insipiente | adj. 2 g.

    Que nada sabe (ex.: contrataram um técnico insipiente)....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "contratemos" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Gostaria de saber se também é correcto escrever ouro ou louro. Normalmente utilizo, tanto na escrita como na fala, o ditongo oi, ou seja, loiro ou oiro. Não sei se estou certa, mas penso que o ditongo [ow] corresponde a um sistema linguístico mais antigo, que hoje em dia já não é muito utilizado.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?