Significado de condenem-se-lhes

    A forma condenem-se-lhespode ser [terceira pessoa plural do imperativo de condenarcondenar] ou [terceira pessoa plural do presente do conjuntivo de condenarcondenar].

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    condenarcondenar
    ( con·de·nar

    con·de·nar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Declarar ou declarar-se como culpado. ≠ ABSOLVER

    2. Impor ou impor-se uma obrigação ou um castigo. = CASTIGAR, FORÇAR, OBRIGAR, SUJEITAR

    verbo transitivo

    3. Impor pena a. = SENTENCIAR

    4. Impor (a alguém) a pena de. = SENTENCIAR

    5. Considerar censurável, reprovável ou contra determinados princípios. = CENSURAR, DESAPROVAR, REPROVAR ≠ ACEITAR, APROVAR

    6. [Figurado] [Figurado] Rejeitar por incapaz.

    7. Anatematizar; acusar.

    8. Mostrar a criminalidade de; dar provas contra si. = INCRIMINAR ≠ ILIBAR, INOCENTAR

    9. Declarar incurável ou sem esperança (ex.: condenar um doente). = DESENGANAR

    etimologiaOrigem:latim condemno, -are.

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    Esta palavra no dicionário

    sisífico | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    sisifiano | adj.

    Relativo a Sísifo, personagem da mitologia grega, condenado a eternamente empurrar uma pedra pela encosta acima de uma montanha, que resvalava sempre quando estava prestes a atingir o topo....


    apenado | adj.

    Castigado com pena....


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      Dúvidas linguísticas


      A minha dúvida reside no plural de corrimão. Andei a investigar e encontrei tanto corrimãos como corrimões como formas correctas. Queria saber se realmente é assim, e se alguma delas é mais correcta e a outra foi mais vulgarizada pelo povo.


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?