Significado de conciliardes-to

    A forma conciliardes-topode ser [segunda pessoa plural do futuro do conjuntivo de conciliarconciliar] ou [segunda pessoa plural infinitivo flexionado de conciliarconciliar].

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    conciliar1conciliar1
    ( con·ci·li·ar

    con·ci·li·ar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo e pronominal

    1. Pôr de acordo ou chegar a acordo com. = ALIAR, CONGRAÇAR, JUNTAR, REUNIRDESUNIR, SEPARAR

    2. Pôr ou ficar em paz. = ACALMAR, APAZIGUAR, AQUIETAR, PACIFICAR, SERENAR, TRANQUILIZARAGITAR, ALVOROÇAR, ENERVAR

    3. Combinar ou combinarem-se elementos aparentemente divergentes, contrários ou incompatíveis. = ARTICULAR, COMPATIBILIZAR, CONCERTAR, CONJUGARINCOMPATIBILIZAR

    4. Alcançar, atrair, granjear.

    etimologiaOrigem:latim concilio, -are, unir, cativar, pôr-se de acordo com, procurar obter.

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    conciliar2conciliar2
    ( con·ci·li·ar

    con·ci·li·ar

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Relativo a concílio.

    2. Que faz parte de um concílio.

    = SinónimoSinônimo geral: CONCILIÁRIO

    etimologiaOrigem:concílio + -ar.

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    Esta palavra no dicionário

    molinismo | n. m.

    Doutrina de Luís de Molina (1535-1600) que tentava conciliar a eficácia da graça com o livre-arbítrio....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "conciliardes-to" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Não encontrei o verbo contextualizar em nenhum dicionário. Podem me ajudar?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.