Significado de comparáveis-ma

    A forma comparáveis-mapode ser [masculino e feminino plural de comparávelcomparável] ou [segunda pessoa plural do pretérito imperfeito do indicativo de compararcomparar].

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    compararcomparar
    ( com·pa·rar

    com·pa·rar

    )
    Conjugação:regular.
    Particípio:regular.

    verbo transitivo

    1. Confrontar uma coisa com outra para lhe determinar diferença, semelhança ou relação.

    2. Ter em conta de igual (pessoas ou coisas).

    verbo pronominal

    3. Igualar-se.

    4. Pôr-se em confronto.

    Secção de palavras relacionadas

    comparávelcomparável
    ( com·pa·rá·vel

    com·pa·rá·vel

    )

    adjectivo de dois génerosadjetivo de dois géneros

    1. Que se pode comparar.

    2. Que tem comparação.

    3. Semelhante, parecido.

    etimologiaOrigem:comparar + -ável.
    vistoPlural: comparáveis.
    iconPlural: comparáveis.

    Secção de palavras relacionadas

    iconeConfrontar: comprável.

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    Traduzir "comparáveis-ma" para: Espanhol Francês Inglês

    Esta palavra no dicionário

    comparado | adj.

    Confrontado; parecido; semelhante....


    defronte | adv.

    Em frente; em situação fronteira....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    franjado | adj.

    Guarnecido de franja....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "comparáveis-ma" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Minha dúvida de hoje se refere ao uso dos advérbios com terminação -mente. Exemplos: diretamente, comercialmente, industrialmente... São palavras não dicionarizadas, porém citadas no próprio dicionário na definição de outras palavras. Já a palavra conseqüentemente, muito usada na linguagem coloquial, também não é dicionarizada, mas imagino ser um erro ortográfico. Verdade? Gostaria de ter uma explicação a respeito da formação/construção desses advérbios (terminados em -mente). Creio estar no radical a chave do problema. No entanto, gostaria de ter mais segurança ao escrevê-los. Como saber se é um erro ou não, se nem todos os advérbios falados no dia-a-dia estão dicionarizados?


      Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?