Significado de cobrir-mo

    A forma cobrir-mopode ser [infinitivo de cobrircobrir], [primeira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cobrircobrir], [primeira pessoa singular infinitivo flexionado de cobrircobrir], [terceira pessoa singular do futuro do conjuntivo de cobrircobrir] ou [terceira pessoa singular infinitivo flexionado de cobrircobrir].

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    cobrircobrir
    ( co·brir

    co·brir

    )
    Conjugação:irregular.
    Particípio:irregular.

    verbo transitivo

    1. Pôr uma coisa em cima de outra para a esconder, adornar, tapar.

    2. Juncar, atapetar.

    3. Encher.

    4. Ser em grande quantidade em.

    5. Alargar-se por cima de.

    6. Fazer cobrição.

    7. Ser mais forte que.

    8. Abater.

    9. Proteger.

    10. Exceder.

    11. Lançar terra em roda da haste da planta.

    verbo pronominal

    12. Pôr o chapéu.

    13. Abafar-se.

    14. Defender-se.

    15. Amparar-se.

    16. Toldar-se.

    etimologiaOrigem:latim cooperio, -ire, cobrir completamente.

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    Esta palavra no dicionário

    alazarado | adj.

    Como um lázaro; coberto de chagas....


    azebrado | adj.

    Coberto de azebre; zebrado....


    Histórico de pesquisas

    A palavra "cobrir-mo" nas notícias



      Dúvidas linguísticas


      Qual é a forma certa de escrever a palavra abaixo dentro da norma culta da língua portuguesa? Hidrossanitária ou hidro-sanitária?


      Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
      Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
      Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
      Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
      Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.