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caraca

Será que queria dizer caraça?

A forma caracapode ser[interjeição] ou [nome feminino].

Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!
caraca1caraca1
( ca·ra·ca

ca·ra·ca

)


nome feminino

1. [Náutica] [Náutica] Antigo navio português de cerca de 200 toneladas. = CARRACA

2. [Brasil] [Brasil] [Zoologia] [Zoologia] Crustáceo que adere a rochas e estacas e ao costado de navios. = CRACA

3. [Brasil] [Brasil] Casca seca de ferida em cicatrização. = CROSTA

4. [Brasil] [Brasil] Muco seco do nariz. = CATARACA, MELECA

etimologiaOrigem etimológica:origem controversa.
caraca2caraca2
( ca·ra·ca

ca·ra·ca

)


interjeição

[Brasil, Informal] [Brasil, Informal] Expressão que indica espanto, irritação, desgosto ou surpresa.

etimologiaOrigem etimológica:alteração de caraco.

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Traduzir "caraca" para: Espanhol Francês Inglês

Esta palavra no dicionário



Dúvidas linguísticas



USO CAPEÃO: é uma figura que se utiliza em direito, em que a pessoa solicita a propriedade de um terreno ou objecto que está na sua posse há bastante tempo mas não tem documento que prove essa posse. A palavra capeão ( ou capião ??) tem o sentido de posse.
À figura jurídica a que se refere dá-se o nome de usucapião (derivado do latim usucapionem), como poderá verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa.



Escreve-se ei-la ou hei-la?
A forma correcta é ei-la.

A palavra eis é tradicionalmente classificada como um advérbio e parece ser o único caso, em português, de uma forma não verbal que se liga por hífen aos clíticos. Como termina em -s, quando se lhe segue o clítico o ou as flexões a, os e as, este apresenta a forma -lo, -la, -los, -las, com consequente supressão de -s (ei-lo, ei-la, ei-los, ei-las).

A forma hei-la poderia corresponder à flexão da segunda pessoa do plural do verbo haver no presente do indicativo (ex.: vós heis uma propriedade > vós hei-la), mas esta forma, a par da forma hemos, já é desusada no português contemporâneo, sendo usadas, respectivamente, as formas haveis e havemos. Vestígios destas formas estão presentes na formação do futuro do indicativo (ex.: nós ofereceremos, vós oferecereis, nós oferecê-la-emos, vós oferecê-la-eis; sobre este assunto, poderá consultar a resposta mesóclise).

Pelo que acima foi dito, e apesar de a forma heis poder estar na origem da forma eis (o que pode explicar o facto de o clítico se ligar por hífen a uma forma não verbal e de ter um comportamento que se aproxima do de uma forma verbal), a grafia hei-la não pode ser considerada regular no português contemporâneo, pelo que o seu uso é desaconselhado.