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café-com-leite

café-com-leitecafé-com-leitecafé com leite | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.
Sabia que? Pode consultar o significado de qualquer palavra abaixo com um clique. Experimente!

ca·fé·-com·-lei·te ca·fé·-com·-lei·te ca·fé com lei·te


nome masculino

1. [Brasil]   [Brasil]  Cor acastanhada semelhante à cor do café com leite.

adjectivo de dois géneros e de dois números
adjetivo de dois géneros e de dois números

2. [Brasil]   [Brasil]  Que tem essa cor.

3. [Brasil]   [Brasil]   [História]   [História]  Diz-se da política relativa ao Brasil das três primeiras décadas do século XX, em que o poder federal alternava entre representantes do estado de São Paulo, grande produtor de café, e do estado de Minas Gerais, grande produtor de café e lacticínios.

Plural: cafés-com-leite.Plural: cafés-com-leite.

• Grafia no Brasil: café com leite.

• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: café com leite.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: café-com-leite


• Grafia em Portugal: café-com-leite.
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já se alinhava o famélico elenco de cães, gatos, patos, pombos e pardais que desta casa houveram sempre mercê. Então, não menos que olímpico, ele levantou-se do leito e foi-se a ferver o leite para ela, que ela preferia com café negro de seis colheres em água só para quatro. Era como se nem segunda

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-de-bacalhau, sandes de iscas, dois topázios, perdão, dois copázios altos de tintol. Nada disto foi hoje. Há bem Ventura nem boa-ventura. Foi quando saiu o disco do Fausto, o Por Este Rio Acima , vejam bem. Também o Café Abadia fechou portas, Reabriram-no com outro nome, outros móveis, outra geração. Estas coisas

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Dúvidas linguísticas


Inseri, no vosso corrector ortográfico, a palavra “desejante” que, há tempos, vi escrita, erradamente, em vez do adjectivo “desejoso”. Para surpresa minha, o citado corrector, no português de Portugal, não acusa o erro.
A palavra desejante, apesar de não se encontrar registada em nenhum dos dicionários de língua portuguesa à nossa disposição, está averbada no Vocabulário Ortográfico da Academia Brasileira de Letras e apresenta-se correctamente formada (através da aposição do sufixo -ante ao verbo desejar), daí a sua inclusão no léxico do corrector ortográfico do FLiP. O adjectivo desejante, cujo uso é bastante frequente (como se pode verificar através de pesquisas em corpora e motores de busca da Internet), partilha do significado do adjectivo desejoso (ex.: ela é uma pessoa desejosa de conhecimento = ela é uma pessoa desejante de conhecimento), apesar de este ser mais frequente e estar já consagrado pelo uso. Ambos resultam de processos regulares de derivação no português, pela junção, respectivamente, do sufixo -ante ao radical de um verbo e do sufixo -oso ao radical de um substantivo.



A questão da regência verbal sempre foi problemática na língua portuguesa e, se calhar, em todas as outras. Mas, uma das regências mais controversas é a do verbo apelar. Uns insistem que a preposição exigida por este verbo é a, enquanto outros consideram que é para. Qual será então a forma correcta? Por exemplo, devemos dizer o padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina ou o padre apelou aos crentes a manterem-se fiéis à doutrina?
O verbo apelar pode ser intransitivo, isto é, admite uma construção sem complemento nominal obrigatório (ex.: O advogado apelou), ou transitivo indirecto, isto é, admite uma construção com um complemento nominal regido de preposição, que pode ser a, de ou para, consoante os contextos ou as acepções. A construção de apelar com a preposição de é usual no sentido que diz respeito a recurso de decisões ou sentenças (ex. O advogado apelou da sentença). As construções que parecem ser objecto de dúvida são aquelas em que se utiliza as preposições a ou para. Neste caso, ambas estão atestadas nos principais dicionários de língua e de regência verbais, sendo possíveis e correctas as construções O padre apelou aos crentes ou O padre apelou para os crentes. Esta construção pode ainda complicar-se como o exemplo apresentado sugere: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis.

Os dicionários e as gramáticas geralmente não se pronunciam sobre estas construções mais complexas, por haver dificuldade em descrevê-las ou designá-las. Neste caso, o complemento assinalado constitui um outro complemento indirecto que se articula com o primeiro. Do ponto de vista sintáctico, não parece existir motivo para a preposição não poder ser a mesma nos dois casos (ex.: O padre apelou aos crentes a se manterem fiéis.), mas para evitar ambiguidades ou dificuldades de percepção, a preposição deverá ser diferente. Se se entender que a construção é demasiado complexa, é possível simplificá-la apenas com um complemento indirecto, mantendo toda a informação semântica (ex.: O padre apelou a que os crentes se mantivessem fiéis ou O padre apelou para os crentes se manterem fiéis).

A construção que não respeita a regência do verbo é aquela em que existe um complemento directo, isto é, um complemento nominal não regido de preposição. Assim sendo, o exemplo *O padre apelou os crentes para se manterem fiéis à doutrina pode ser considerado agramatical, pois o verbo deve ter um complemento indirecto, logo o complemento destacado deverá ser introduzido por uma preposição: O padre apelou aos crentes para se manterem fiéis à doutrina.

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Palavra do dia

ar·tão ar·tão


(grego ártos, -ou, bolo ou pão de farinha de trigo)
nome masculino

[Pouco usado]   [Pouco usado]  Alimento feito de massa de farinha de cereais cozida num forno. = PÃO

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/caf%C3%A9-com-leite [consultado em 16-10-2021]