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cabeceira

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cabeceiracabeceira
( ca·be·cei·ra

ca·be·cei·ra

)


nome feminino

1. Lado da cama correspondente à zona onde habitualmente fica a cabeça, por oposição aos pés da cama.

2. Apoio da cabeça na cama.

3. Topo da mesa de comer.

4. Pedra do epitáfio.

5. O que figura em primeiro lugar, o princípio.

6. Nascente do rio. (Mais usado no plural.)

7. Terreno vizinho da nascente do rio. (Mais usado no plural.)

8. [Arquitectura] [Arquitetura] [Arquitetura] Parte da igreja que corresponde ao prolongamento da nave ou do transepto, onde se situa o altar-mor. = TESTEIRO

9. [Encadernação] [Encadernação] Cada um dos extremos da lombada do livro encadernado.

10. [Marnotagem] [Marnotagem] Cada um dos compartimentos para evaporação da água, nas salinas, antes dos compartimentos para cristalização.

etimologiaOrigem etimológica:cabeça + -eira.

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Dúvidas linguísticas



A palavra moral é classificada como masculina ou feminina?
Tal como pode verificar seguindo a hiperligação para o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, a palavra moral é usada como masculina e como feminina, consoante o seu significado.

Enquanto substantivo, designando “estado de espírito, disposição”, a palavra moral é do género masculino: “É preciso levantar o moral dos jogadores!”. Nos restantes sentidos mencionados no Dicionário Priberam – “conjunto de costumes, regras”; “ética”; “lição, ensinamento” – o substantivo moral é do género feminino: “De acordo com a moral e os bons costumes.”; “Escreveu um artigo sobre os princípios da moral kantiana.”; “Qual é a moral da história dos Três Porquinhos?”.

Enquanto adjectivo, a palavra moral (= relativo aos costumes, à ética) é usada quer com nomes (substantivos) masculinos, quer com nomes femininos: “Temos o dever moral de ajudar os outros.”, “Há normas morais que é preciso cumprir.”.




Qual a forma correcta: perda de tempo ou perca de tempo?
As formas perda e perca são sinónimas, e encontram-se registadas como tal, por exemplo, no Vocabulário da Língua Portuguesa, de Rebelo Gonçalves (Coimbra Editora, 1966) e em dicionários como o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (Academia das Ciências/Verbo, 2001) ou o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Círculo de Leitores, 2002).

No entanto, a forma preferencial é perda, uma vez que a variante perca tem origem mais popular, devendo ser utilizada apenas em contextos mais informais.