Dicionário Priberam da Língua Portuguesa
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bastantebastante | adj. 2 g. | det. e pron. indef. 2 gén. | adv. | s. m.
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bas·tan·te bas·tan·te
(bastar + -ante)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que satisfaz (ex.: demos provas bastantes do nosso empenho). = SATISFATÓRIO, SUFICIENTEINSATISFATÓRIO, INSUFICIENTE

determinante e pronome indefinido de dois géneros

2. Indica uma grande quantidade ou intensidade (ex.: está bastante calor; não preciso de mais dívidas, já tenho bastantes). = MUITOPOUCO

advérbio

3. Em quantidade suficiente (ex.: já comemos bastante).

4. Em quantidade ou grau elevado (ex.: ambas as partes parecem bastante satisfeitas com o acordo; hoje já andámos bastante). = DEVERAS, MUITOPOUCO

substantivo masculino

5. Aquilo que basta ou que satisfaz (ex.: ainda não estudei o bastante para compreender o problema). = SUFICIENTE

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Dúvidas linguísticas


Gostaria de saber qual a conjugação correcta: ver-nos-emos ou veremo-nos, ou as duas?
A forma correcta de escrever o verbo ver no futuro do indicativo com o clítico nos é ver-nos-emos (no português do Brasil, fora da norma culta, é mais frequente a colocação do pronome clítico antes do verbo, pelo que o mais usual será nos veremos).

A grafia *veremo-nos está incorrecta, pois, ao contrário dos outros tempos verbais, o futuro do indicativo e o condicional, também chamado futuro do pretérito, obrigam à colocação do pronome clítico entre o radical do verbo (ex.: ver-) e a terminação que indica o tempo verbal e a pessoa gramatical (ex.: -emos). Assim sendo, a forma correcta é ver-nos-emos no futuro (ex.: ver-nos-emos quando eu regressar) e ver-nos-íamos no condicional (ex.: ver-nos-íamos obrigados a subir o preço).

É de notar que a reflexão acima não se aplica se houver alguma palavra ou partícula que provoque a próclise do clítico, isto é, a sua colocação antes do verbo (ex.: só nos veremos quando eu regressar, não nos veríamos obrigados a subir o preço).




Trabalho como docente na Academia de Polícia Militar e utilizamos muito a expressão 'Companhia Tático Móvel'. Tenho duas dúvidas:
1. quanto ao hífen: deve-se obrigatoriamente utilizar o hífen no composto Tático-Móvel, ou também é correta a forma Tático Móvel, sem hífen?
2. como é a forma plural do composto? Companhias Tático Móveis ou Companhias Tático Móvel?
No caso da expressão que refere, se considerarmos que estamos perante um elemento de composição derivado de um adjectivo (táctico no português europeu antes da aplicação do Acordo Ortográfico de 1990 ou tático no português do Brasil e no português europeu após a aplicação do Acordo Ortográfico de 1990), seguido de adjectivo (móvel), com o significado de “relativo à táctica e simultaneamente com mobilidade”, a grafia correcta deverá ser com hífen, táctico-móvel.

A palavra táctico-móvel pode ainda não estar dicionarizada, mas exibe um comportamento semelhante ao de casos como económico-financeiro, médico-cirúrgico, político-económico ou teórico-prático, cujo primeiro elemento deriva igualmente de um adjectivo, mantendo no entanto um acento distinto deste. Na sua Moderna Gramática Portuguesa (Rio de Janeiro: Editora Lucerna, 2002, p. 100), o gramático brasileiro Evanildo Bechara também advoga o uso de hífen “nos vocábulos formados pelos prefixos que representam formas adjetivas” exemplificando com a forma histórico-geográfico, entre outras.

Quanto à flexão destes compostos, uma vez que são formados por um elemento de composição seguido de um adjectivo, só o segundo elemento flexiona (ex.: situação económico-financeira, consultórios médico-cirúrgicos, sistemas político-económicos, relação histórico-geográfica, aulas teórico-práticas). Assim, o plural de companhia táctico-móvel deverá ser companhias tático-móveis.

A não utilização do hífen pressupõe que estamos perante uma sequência de dois adjectivos e, nesse caso, teremos de fazer a concordância em género e número, escrevendo companhia táctica móvel, no singular, ou companhias tácticas móveis, no plural.

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Palavra do dia

cha·za·da |chà| cha·za·da |chà|
(chá + -z- + -ada)
substantivo feminino

1. [Informal]   [Informal]  Chá em abundância.

2. Refeição em que se toma chá.

3. Porção de chá.

4. [Informal]   [Informal]  Acto de repreender com severidade. = CHÁ, DESCOMPOSTURA, REPRIMENDA

5. [Informal]   [Informal]  Coisa desinteressante ou aborrecida.

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in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://dicionario.priberam.org/bastante [consultado em 15-12-2019]