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    substantiveis-mo

    el | art. def.

    Usado apenas no nome composto el-rei, o rei....


    mor | adj.

    Maior (ex.: é assunto da mor importância)....


    massivo | adj.

    Diz-se do nome que representa algo que normalmente não se pode contar ou cujas partes não se podem, em geral, enumerar (ex.: arroz ou tabaco são nomes massivos)....


    abacá | n. m.

    Planta (Musa textilis), da família das musáceas, cujo tronco fornece fibras têxteis....


    abacaxi | n. m.

    Planta bromeliácea (Ananas comosus) originária da América Tropical, muito cultivada nas regiões quentes pelos seus grandes frutos de polpa açucarada e saborosa....


    abacista | n. 2 g.

    Pessoa que calcula por meio do ábaco....


    abactor | n. m.

    Ladrão de gado....


    abada | n. f.

    Cavidade improvisada em aba, avental ou saia para receber algo no regaço....


    abada | n. f.

    O mesmo que rinoceronte....


    abadágio | n. m.

    Rendimentos de uma abadia....


    abade | n. m.

    Chefe de uma abadia....


    abaderna | n. f.

    Cada um dos arrebéns onde se fixam os colhedores das velas....


    abadia | n. f.

    Mosteiro dirigido por abade ou abadessa....




    Dúvidas linguísticas


    A palavra stress pode ser utilizada em português?


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?