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    sei-os

    | adv. | interj.

    Local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: chego aí num instante; quando foi que estiveram aí?)....


    amendoado | adj.

    Que é feito com amêndoas ou que sabe a amêndoas....


    araiané | interj.

    Expressão designativa de enfado causado pela repetição enfadonha de uma notícia há muito sabida....


    | adv.

    Aqui; neste lugar; nesta terra; para aqui....


    Relativo ao carisma (ex.: dom carismático)....


    consabido | adj.

    Sabido ao mesmo tempo por mais de uma pessoa....


    discreto | adj.

    Que tem ou denota discrição....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    Tornado vinagre; que sabe a vinagre; azedo....


    insipiente | adj. 2 g.

    Que nada sabe (ex.: contrataram um técnico insipiente)....


    inumano | adj.

    Que não sabe ou não pode ser humano....


    | adv. | conj. coord.

    Neste instante (ex.: saia já daqui!)....


    provado | adj.

    Sabido; experimentado....


    quiçá | adv.

    Talvez (ex.: ele é quiçá o maior poeta vivo)....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    serôdio | adj.

    Que vem no fim da estação própria....



    Dúvidas linguísticas


    Sobre a conjugação do verbo ‘trazer’, no futuro do indicativo, tenho a seguinte dúvida:
    (1) Trar-se-ão a Portugal.
    ou
    (2) Trazer-se-ão a Portugal.
    Será que a primeira hipótese está correcta? Não consigo encontrar qualquer tipo de referência, no entanto surge-me intuitivamente.


    Tenho uma dúvida acerca de uma conjugação perifrástica. Para exprimir a necessidade ou obrigatoriedade de praticar uma acção utiliza-se ter que ou ter de? Ou estão ambos correctos?