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    Definições



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    ruínas

    Num ponto muito próximo no tempo ou no espaço (ex.: o compromisso foi alcançado imediatamente antes do início das conversações de paz; o hotel ficava imediatamente ao lado de um prédio em ruínas)....


    dependura | n. f. | n. m.

    Acto de pendurar....


    escangalho | n. m.

    Ruína, desordem, confusão....


    escombro | n. m.

    O que resta de uma demolição ou desabamento (ex.: o bombardeamento reduziu tudo a escombros; a cidade era um gigantesco escombro). [Mais usado no plural.]...


    facção | n. f.

    Grupo de indivíduos partidários de uma causa comum....


    perda | n. f.

    Carência ou privação do que se possuía....


    ptomaína | n. f.

    Putrefacção cadavérica....


    quebradeira | n. f.

    Estado de grande cansaço físico ou mental....


    ruína | n. f.

    Acto ou efeito de ruir....


    ruinaria | n. f.

    Conjunto de ruínas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase: Nós convidámo-vos, o pronome é enclítico, o que obriga à omissão do -s final na desinência -mos ao contrário do que o V. corrector on-line propõe: Nós convidamos-vos, o que, certamente, é erro. Nós convidamos-vos, Nós convidámos-vos, Nós convidamo-vos, Nós convidámo-vos: afinal o que é que está correcto?


    Muitas vezes em poesia é usada a forma sincopada pra escrita como p'ra. No entanto o Acordo Ortográfico de 1945 indica que não se deve usar o apóstrofo neste caso. Existem excepções relativamente à poesia? Por outro lado, a forma correcta de, em poesia, abreviar para + a (numa frase como por exemplo horas de ir para a cama) é prà?